quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Benjamin Fulford - "No ano passado, ocorreram distúrbios pré-revolucionários, no próximo ano bem que poderíamos ver uma agitação pós-revolucionária" - 29.12.2015



Este é o último informativo semanal de notícias e análises geopolíticas de 2015 e é um bom momento para olhar para trás e ver o quanto mudou em relação ao ano passado. Em muitos aspectos, a posição atual é semelhante àquela na Europa Oriental, pouco antes da queda da União Soviética. A maior parte da Europa Oriental havia derrubado seus senhores stalinistas, restando apenas o "Grande Chefe", a União Soviética. A Europa já rejeitou a o domínio da máfia khazariana, sendo o que o mundo espera, é o colapso do regime criminoso, ainda controlado por Israel, EUA e alguns estados vassalos, como o Japão. Isso pode ser feito em 2016, embora somente se a Sociedade do Dragão Branco, juntamente com os seus aliados europeus e o BRICS mantiverem a ofensiva.

O maior sinal de que os europeus rejeitaram o regime gangster sediado em Washington DC, foi a sua decisão de rejeitar a pressão dos Estados Unidos e da China e aderir à iniciativa do BAID (Banco Asiático de Infraestrutura e Desenvolvimento), que formalmente abriu suas portas na semana passada. Esse movimento foi liderado pelo Reino Unido, normalmente o aliado mais firme dos EUA, rapidamente seguido pela França, Alemanha, Itália, Suíça, etc.

Por sua vez, os franceses e os alemães, rejeitaram a tentativa do regime criminoso de Washington DC deiniciar uma guerra na Ucrânia e evitar os  EUA de negociarem diretamente os Acordos de Paz de Minsk com a Rússia.

Também existem tentativas sistemáticas de cortar todos os fundos da facção zionazi (neoconservadora) da máfia khazariana. Estas são as pessoas que queriam protagonizar uma Terceira Guerra Mundial, a fim de reduzir a população mundial em 90% e  de escravizar os 10% sobreviventes. Esta facção, liderada por George Bush e seus companheiros zionazis, sobrevive principalmente do petróleo, das drogas, tráfico de armas e escravidão.

A queda dos preços do petróleo de mais US$ 70 o barril, no final do ano passado para os atuais US$ 30, em Janeiro, começará a golpear seriamente os gangster, quando suas coberturas de preços de um ano começarem a caducar.

Enquanto isso, na Colômbia, os rebeldes das FARC anunciaram que deixarão de lavar os 50 bilhões de dólares por ano em receitas de cocaína, através Citibank (da Arábia Saudita e da família Rockefeller), Bank of America (Vanguard Corp. , State Street Corp.) e a família criminosa Bush/Clinton.

A batalha para cortar os benefícios das drogas da máfia khazariana, também tem se refletido nos movimentos do Congresso dos EUA, no governo da Colômbia e no governo do México para legalizar a maconha medicinal.

Os russos, também armaram tanto os curdos, como os talibãs, para cortar o fluxo do dinheiro da heroína da máfia khazariana, do Afeganistão. Os norte-coreanos continuam a cortando dinheiro das anfetaminas que costumavam passar pelos khazarianos.

Parte da família criminosa Bush já está sendo marginalizada pelo reconhecimento generalizado de que foram responsáveis pelo 11/09, embora a parte dos Clinton, ainda que sob ataque, continua forte. Para ver exatamente como a cena política e a imprensa nos Estados Unidos estão degeneradas, leia o seguinte, do colunista Dave Barry, do Miami Herald:

“Em outros lugares na frente política, Hillary Clinton declarou sua candidatura para a presidência e se propõe provar que é um ser humano normal em Iowa, embarcando numa van, conduzida por agentes do Serviço Secreto. Em Maumee, Ohio, ela parou numa Chipotle (tenda de burritos), para criar uma história que produzisse algum espasmo de jornalismo político. O New York Times (não estamos enfeitando essa matéria), marca a história, relatando que Clinton usava óculos de Sol e que pediu seu prato de burrito de frango.

Bloomberg consegue dar seu seguimento, comunicando de que a faturada festa de Clinton equivalia a ‘US$ 20 e alguns trocos’ e que Clinton ‘não deixou nenhuma gorjeta’. Políticos fazem uma história com 1.200 palavras, (não estamos inventando isso), enquanto que ‘pessoas comuns, fazem seu prato de burrito a la Hillary Clinton’.”


O New York Times e outros panfletos de propaganda corporativa da máfia khazariana, acham que o fato de Clinton “comer um prato de burrito", é mais interessante do que as provas bem documentadas de estupro, tráfico de drogas, assassinatos e crimes vinculados à criminosa família Clinton.


Veja por que o mundo está virando as costas para o mentiroso e repugnante cartel criminoso, com sede em Nova York, Washington DC e Tel Aviv.

Isso está acontecendo, apesar de um rápido aumento em eventos de falsa bandeira (com a consequente redução do impacto psicológico) e outras tentativas histéricas para começar a Terceira Guerra Mundial, pela máfia khazariana.

O Pentágono já se afastou da máfia khazariana, recusando-se a ser enganado de novo e lutar por estes gangsters, por falsas bandeiras como ("O Voo 17 da Malaysia Airlines") ou mentiras como  "os ataques com gás Sarin, na Síria".

Inclusive os meios de comunicações controlados por empresas foram forçados a admitir, através de seu limitado joint Seymour Hersh, de que o Pentágono se opôs a Washington DC em fornecer informações úteis para o regime sírio. Agentes do Pentágono dizem que Hersh estava equivocado em afirmar que a informação era transmitida através de Israel, "porque ninguém no seu perfeito juízo iria passar informações para os sírios através de seus inimigos israelenses, quando a Rússia é muito mais confiável."

De fato, há uma guerra civil pelo poder no Ocidente com o Pentágono agora aliado com a Rússia e Irã contra os exércitos mercenários de bandidos pagos por Washington DC. Agora estão pressionando ativamente para eliminar o regime criminoso khazariano pseudo-muçulmano da Arábia Saudita.

A Queda da Casa de Saud pode ser um golpe fatal para os khazarianos. Este regime é susceptível de ser multado no 650.000 bilhões em ativos no exterior como pagamento - compensação pelos horrores perpetrados pelos movimentos terroristas pseudo islâmico, amplamente difundidos e que financiaram, dizem fontes da CIA.

Além disso, fontes do Pentágono estão dizendo que o Iêmen está planejando anexar as províncias do sul da Arábia, Asir, Jizan e Najran, como compensação pela agressão saudita contra o seu país. Estas províncias fazem fronteira com o Iêmen e são habitadas por pessoas etnicamente iemenitas.


Os khazarianos, é claro, não irão se render sem luta. A aliança Saudita, Turca e Israelenses, forneceu passaportes e pagou a mais de 1 milhão de refugiados para inundar a Europa, como castigo por sua desobediência às ordens khazarianas.

Eles estão explorando de forma plena o ressentimento histórico da Turquia, pela desintegração do Império Otomano, após a Primeira Guerra Mundial e incentivando os turcos a reconstruírem seu império. Isto levou a uma zona de guerra que envolveu os EUA, França, Alemanha, Rússia, Israel, Egito, Arábia Saudita, Iêmen, Líbano, Síria, Turquia, Reino Unido, Irã, o Conselho de Cooperação Golfo e outros. A turbulência na região se tornou a maior guerra, desde o fim da 2 ª Guerra Mundial.

Também houve uma mudança suspeita de regime na Argentina, dando a entender que muitos mafiosos khazarianos zionazis podem estar planejando fugir dos Estados Unidos e Europa, já que seus crimes contra a humanidade continuam sendo expostos.

Os zionazis compraram uma grande faixa de terra costeira na província da Patagônia, no Sul da Argentina e poderiam estar se preparando para se exilarem lá. Deus que ajude os argentinos, se isso acontecer.

Além disso, apesar da (maquinaria) de criar problemas dos khazaianos, fora dos Estados Unidos, existem muitas boas notícias de que o mundo viu em 2015. A maior delas, foi a dos líderes mundiais fazerem tentativas sérias de combate à pobreza e acabar com a destruição do meio ambiente, como visto, recentemente firmado nos Acordos de Paris. É uma pena, claro, que o aquecimento global (falso e não científico) tenha sido usado como uma desculpa, embora, no entanto, os países ricos tenham se comprometido a pagar aos países pobres, 100 bilhões de dólares por ano para limpar seu meio ambiente.

Alguns conflitos antigos também estão sendo liquidados. Como mencionado acima, a guerra civil de longo prazo está a chegar ao fim na Colômbia. Cuba e os Estados Unidos também começaram a enterrar seus machadinha 50 anos. Agora o Paquistão ea Índia começaram medidas sérias para acabar com 68 anos de conflito com sério no sentido de Movimentos de paz. O Exército dos EUA está forçando o Japão ea Coreia do Sul para acabar com as intermináveis disputas projetados pelos khazares em uma guerra que terminou há 70 anos. Os norte-coreanos estão dispostos a fazer a paz também com a Coreia do Sul eo Japão, dois países ocupados pelos militares dos EUA desde o final da 2 ª Guerra Mundial.

Além disso, num sinal de que as pessoas estão acordando para os perigos de permitir que bancos privados tenham o poder de criar dinheiro do nada, os suíços realizarão um referendo, para decidir se apenas um governo que represente seu povo tem esse direito.


Por último, numa nota bastante estranha, este escritor, na semana passada, estava escutando a "Far East Network" (Rede do Extremo Oriente), uma estação de rádio do exército norte-americano, destinada aos soldados norte-americanos no Japão, quando a estação deu publicidade ao alistamento de pessoal no "Comando Espacial dos Estados Unidos". O anúncio, dizia que servir no espaço seria "similar a servir num navio". Não segure a respiração, mas talvez, as pessoas a favor do "Divulgação (extraterrestre)" tenham razão e que o programa espacial secreto esteja pronto para ser revelado.

No entanto, a Sociedade do Branco Dragão não vai esperar que uma enorme frota espacial venha para nos salvar. A SDB quer que a humanidade salve-se por si mesma.


Autor: Benjamin Fulford 
Fonte primária: http://benjam20infulford.net
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