quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

O Amanhecer da Consciência - "Lucidez"



Tenho impulsos contínuos por expressões ilimitadas.

Uma vontade incontrolável de ser o explorador de mim mesmo.

De voar com as asas do silêncio, navegar no vazio do princípio.

A cada respirar uma sensação desejosa de diferentes mundos.

Os puros inabaláveis de belezas inalteradas, de liberdades sensitivas.

São os sentidos do que é dito loucura, pela lógica limitante ou a certeza cega. Por não mais considerar conceitos sociais, realidades.

Aquele coração liberado que pronuncia e transpira, intenciona e vibra o Amor. O que com ele é ressonante, identificado, intensificado. 

À presença de muitos semblantes intrigados, intuo a indagação;

“Que loucura, como irás viver de Amor?”

Então, respondo telepaticamente às mentes planejadas, de essências escondidas;

“Se podeis ver à vossa frente um futuro, onde permanecereis lutando em prol de poderes, daqueles que nada compartilham.

As persistentes novas ideias para velhos modos, repetirem-se regressivas aos passos evolutivos.

Os impérios projetados de corruptos tesouros da avareza, ruírem com sonhos, tentando extinguir essências, ao considerarem o Amor tão irrisório ao mundo.

Digo-vos; não desistam de vós mesmos, por esta falsa segurança dos alicerces, em vossa temporária lucidez insana.

Libertem-se de vossos medos.

Eu perseverarei sendo o Amor, em minha suposta insanidade lúcida.

Mesmo que eu morra para a ilusão do mundo programado, ainda assim Serei Amor. 

Sei que no atemporal das consciências nos encontraremos em Paz, Elevação e Regozijo.

Seja no final de um futuro perecível, ou recomeçando desse agora infinito”…


Autor: Fred Cury 
Veja mais O Amanhecer da Consciência Aqui
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