terça-feira, 8 de março de 2016

Jennifer Hoffman - "Quando as conexões são mais do que conexões" - 08.03.2016



Você está preparado para o grande eclipse em 8 de Março, Terça-Feira? (Hoje) Todos estão falando dele e ele é muito poderoso, mas embora o poder esteja disponível, temos que fazer algo com ele para experienciar os seus efeitos. É como ter uma Ferrari e mantê-la na garagem porque você tem medo de dirigir muito rápido. Estamos com medo da mudança ou de coisas que são tão diferentes que não sabemos o que fazer com o nosso novo poder e habilidades? Nossa habilidade em mudar depende de como estamos cansados de estarmos em nossos espaços escuros, densos, e sem poder. Infelizmente, podemos passar muito tempo nestes espaços antes de decidirmos que estamos preparados para uma mudança.

Uma vez que a energia se agita o suficiente para que mudemos, precisamos de algo para nos dirigirmos, que seja diferente de nosso espaço atual, e isto também implica que façamos algum trabalho de liberação, deixando ir aquelas coisas a que estamos conectados. Algumas delas são fáceis de liberar, outras nem tanto. Por quê? Porque há diferentes tipos de conexões e precisamos compreendê-las e honrá-las, para que respeitemos as nossas próprias limitações quando tivermos dificuldade em deixar ir. Este é o tema da mensagem desta semana.

As conexões que temos com as pessoas e situações existem em diferentes níveis; elas não são tão simples como achamos que sejam. E as consideramos permanentes, até que começamos a nos separar delas, ou vice-versa. Então, sentimos este arranco de outra coisa, e não é tão fácil abrir mão, sem lágrimas inesperadas, pesar ou perda. E há outro nível de conexão que nos une a um nível ainda mais profundo, chamado de enredamento, e estes são ainda mais difíceis de deixar ir, não importa o quanto possamos querer. Podemos querer liberar todas estas conexões, mas, primeiro, temos que saber com o que estamos lidando e honrarmos o nível com o qual eles fazem parte de nossos campos emocionais e energéticos. Então, iremos saber o quanto iremos lamentar a sua perda, até onde eles se estendem em nosso próprio sistema de crenças, e como precisamos nos preparar para a nossa eventual separação e encerramento.

As conexões simples são fáceis de liberar porque não temos muito compromisso com elas. Será que queremos brócolis ou ervilhas para o jantar? Depende de como nos sentimos neste dia. Se gostarmos de ambos, iremos tê-los em dias diferentes, mas não deixaremos de ter as ervilhas, se tivermos brócolis. Este é um exemplo simples e explica bem as conexões, assim, por que é tão difícil liberarmos algumas de nossas conexões? Porque elas não são conexões, elas existem ao nível do apego.

O apego representa um nível de conexão que se estende em nosso campo de energia, assim a perda ou a liberação de um apego será sentido e precisaremos de algum trabalho para fechar a lacuna que a perda de nosso apego cria. Eles são algo com que contamos, que satisfazem uma necessidade na vida, e cuja perda deixa um buraco que precisamos preencher. Somos apegados aos nossos parceiros de vida, filhos, casas, carros e empregos – todos eles atendem às necessidades da vida e a sua perda é sentida, às vezes, de forma profunda. Alguns apegos podem nunca ser totalmente substituídos, enquanto outros precisam de tempo e de cura. Se ficarmos profundamente ligados aos nossos apegos, sentiremos a sua perda a um nível profundo, mas, em seguida, estaremos entrando no nível de enredamento, o terceiro nível de conexão.

Enredamentos representam um nível muito profundo de conexão, onde a nossa vida está entrelaçada com outra pessoa e precisamos desembaraçar os cordões que nos unem como parte do nosso processo de liberação. O enredamento ocorre quando nos permitimos nos tornar uma parte importante da vida de alguém, ou de uma situação,  tendo que substituir tudo o que eles representam quando nos afastamos de nossa conexão compartilhada. Estas liberações envolvem lágrimas, tristeza, desgosto, algumas vezes, a culpa, e, muitas vezes, a autocrítica por nos ter permitido fazer isto. Eles são os mais complexos e complicados, e, geralmente, têm algum nível de ciclo cármico e lições e contratos de alma, envolvendo muitas vidas de experiências. Mas como todas as conexões, eles podem ser liberados, como parte de nossa transformação.

Enquanto você está se movendo através de sua 3D para a transformação da 5D, preste uma atenção especial as suas conexões. Elas são simples conexões ou apegos? Você está apegado a alguém ou enredado com ele? Saber a diferença irá ajudá-lo a respeitar os papéis que eles representam em sua cura, aprendizado, crescimento e transformação, de modo que quando liberá-los, dê-lhes o tempo, a energia e a atenção que eles precisam para serem liberados com graça, tranquilidade e encerramento.


Autor: Jennifer Hoffman 
Fonte: http://enlighteninglife.com/
Tradução: 
Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
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