quinta-feira, 17 de março de 2016

Jennifer Hoffman - "Términos e Inícios de Ciclos" - 16.03.2016



Eu não sei como chamar a energia em que estamos agora, exceto dizer que ela é intensa, é forte e está bem diante de nós, de uma maneira que não podemos ignorar. Todos estão sentindo algum tipo de mudança agora e nenhum detalhe é demasiadamente pequeno quando visto sob a lupa transformadora. Estamos entre dois eclipses e temos alguns aspectos acontecendo também. Tudo está se acrescentando para uma grande revisão da energia agora, apenas a tempo para o Equinócio desta semana, em 20 de Março, o Eclipse em 23 de Março e a Páscoa em 27 de Março.

Se você esteve sentindo a intensidade ultimamente e vendo os resultados em sua vida, não se desespere: este nível de transformação não irá durar muito tempo, mas é como qualquer processo de nascimento: ele se torna mais intenso quando se aproxima do fim. E é onde estamos agora. Não “no final” de tudo isto, mas no final de um ciclo. E a fim de sair do outro lado, há uma poderosa compreensão que temos que ter: que é como nos vemos e a nossa jornada. O final é sempre o início e o início é uma comemoração do fim. E esta é a mensagem do boletim desta semana.

Ficamos tentados a procurar o final de cada jornada, especialmente se ela foi desafiadora, como esta foi. Mas, nós também pensamos que “no final” haverá um fim para o conflito e o caos e isto poderá ocorrer, somente se transformarmos o “fim” de um ciclo em um novo início e elevarmos a energia que estamos usando para criar a nossa realidade. É um pouco como terminar uma corrida para começar outra, mas a cada nova corrida, nós temos um novo modo de transporte. Assim, se a nossa primeira corrida é à pé, na segunda vamos de bicicleta, e na terceira temos um motocicleta, e assim por diante. Eventualmente, chegamos aos super carros esportivos, para que possamos circular pela pista com muito mais rapidez, mas estamos ainda circulando na pista dos términos e inícios, lições e aprendizagem, enquanto passamos da cura para a totalidade, e para a coerência.

Se olharmos para as nossas vidas, em todo o espectro de todas as nossas vidas, podemos ver todo o progresso que fizemos na totalidade de nossa jornada espiritual. Então, toda a cura que temos conseguido está clara e a nossa jornada faz sentido, tem propósito, e compreendemos o seu significado. Mas se olharmos somente para esta vida, então, tudo o que vemos é luta, e pensamos que estamos rastejando através dela com as nossas mãos e joelhos, quando estamos realmente circulando na pista com muito mais rapidez. A razão pela qual nos sentimos assim é que achamos que o final da jornada é onde temos que parar, e, então, ficamos muito decepcionados, frustrados e desiludidos quando compreendemos que não há fim. Há, só que ele é apenas diferente do que pensamos.

Toda jornada de cura termina com um evento esclarecedor – quando compreendemos a lição e escolhemos um caminho diferente. Isto termina um ciclo e nos leva ao próximo ciclo, onde nos graduamos para a nossa bicicleta, para que possamos circular na pista novamente. Ou pegamos uma motocicleta, ou mesmo um carro de corrida, mas ainda temos que circular pela espiral evolutiva com esta lição. E podemos circular por uma pista diferente, apreciarmos a paisagem, encontrarmos novas bênçãos no caminho: tudo isto faz parte de nossos diferentes ciclos. Para apreciarmos a jornada, devemos ter esta percepção: que não se trata de chegar ao destino rapidamente, ou em uma única parte; é o que fazemos na jornada que é importante e o que determina o nosso nível de cura e a eventual conclusão deste ciclo.

Como diz o ditado: “Todos os caminhos levam à Roma”, e todas as jornadas levam à cura, em primeiro lugar, então, à totalidade, à congruência, mas estaremos ainda completando os términos e os inícios, porque este é o propósito de nossa jornada aqui. E podemos seguir rápida ou lentamente, escolhendo o caminho difícil, cheio de obstáculos, ou a bela rota cênica.

Uma vez que compreendamos que a vida é a jornada e que deixemos de tentar encontrar o seu fim, podemos encontrar a beleza em cada aspecto da jornada e começarmos a apreciar o passeio (que é o objetivo da jornada). Então, nós veremos que os términos e os inícios de todos os nossos ciclos são apenas momentos de graduação, à medida que passamos da cura, para a totalidade e para a congruência, e começamos a colocar paradas estratégicas de bênçãos ao longo do caminho, para que possamos realmente relaxar, apreciarmos a jornada e deixarmos de nos perguntar quando “chegaremos lá”. Escolha o caminho mais agradável para que possa aproveitar a sua jornada e você perceberá que aguardará ansiosamente pelos novos inícios, porque, então, você saberá que alcançou o final de um ciclo, podendo apreciar o seu aprendizado, e estará, assim, preparado para desfrutar de uma nova fase do seu caminho de vida.


Autor: Jennifer Hoffman 
Fonte: http://enlighteninglife.com/
Tradução: 
Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
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