segunda-feira, 11 de abril de 2016

Jennifer Hoffman - "O propósito das âncoras na integração da energia" - 11.04.2016



Estamos agora entrando na parte da “ação” de Abril, ainda que seja o início dos ciclos retrógrados. Embora os retrógrados sejam períodos em que nos disseram que há uma desaceleração da energia, é mais um reagrupamento a um nível energético e se “diminuirmos o ritmo” podemos perder muitas oportunidades de saltar a lacuna da aprendizagem e avançarmos para novos inícios. Quando usamos os períodos retrógrados para liberarmos, revermos e repensarmos, nós também aliviamos a nossa carga de energia, o que significa que nossos objetivos mudam – as âncoras que os mantinham no lugar já não existem mais, de modo que não mais estão onde achamos que estão.

Nesta semana, temos Marte e Mercúrio entrando em seus períodos retrógrados, que é um processo de três fases, o início da sombra, o retrógrado e o final da sombra. Antes que você pense que ficaremos presos durante meses, veja isto como uma oportunidade para observar as suas âncoras, as coisas que você coloca no lugar, deliberada ou inconscientemente, para garantir que você tenha a oportunidade de ficar tranquilo enquanto re-calibra a sua energia e expande o seu recipiente de energia para receber  nova energia. Âncoras são bênçãos quando conhecemos o seu propósito e as usamos para o nosso benefício. Este é o tema do boletim desta semana.

O propósito de uma âncora em um barco é evitar que ele se afaste com a corrente. Se os marinheiros não usassem âncoras, seus barcos iriam se afastar sem rumo em torno do porto, ou se eles pegassem a corrente certa, iriam para o mar. As âncoras servem a um propósito útil, elas ajudam a controlar o movimento de um barco quando o capitão quer permanecer em um lugar, para que o barco possa ser reabastecido, consertado, limpo ou apenas porque ele precisa de uma pausa. E quando é o momento de avançar, a âncora é trazida a bordo e o barco está livre para partir. Âncoras são úteis quando elas são necessárias, um incômodo quando não são, e o truque é saber quando elas são necessárias, e quando é o momento de “zarpar” e trazê-la de volta ao barco porque é hora se partir.

Se a energia sempre avançasse, nós nunca teríamos uma oportunidade de considerar as nossas opções e decidirmos se a direção em que estamos nos movendo é a certa para nós, de fazermos correções de curso, ou aproveitarmos o tempo para descansar. E quando nos expandimos da polaridade da 3D para a dualidade da 5D, da densidade da 3D para a expansão criativa da 5D, nossas linhas do tempo da 3D não têm a capacidade de expansão para lidar com o influxo destas energias. A energia da 5D precisa de muito mais espaço do que a 3D oferece, assim ficamos parados em nossos caminhos, as âncoras são lançadas, para que possamos liberar um pouco de lastro e abrirmos espaço para a energia.

Estes momentos de quietude podem ser cronometrados com os retrógrados planetários, ou não. Eles servem a um importante propósito, para nos permitir planejar a expansão de nossa energia e expandirmos os nossos recipientes de energia à energia da 5D recebida. O movimento da 3D é linear e como você provavelmente já experimentou, você pode avançar em uma linha reta somente até certo ponto e, então, você se afasta do caminho da energia. Sua realidade já não se encaixa com você, ela não mais parece adequada, e se torna restrita e limitada, e você deseja outra coisa. Em vez de acrescentar outro nível de 3D a sua realidade para acomodar a energia (o que não funciona), você para, e descarta a bagagem e cria espaço para a nova energia que está esperando que você crie espaço para ela.

Assim as âncoras são lançadas, pois é o momento de reconsiderar, redirecionar, liberar, recalibrar, repensar – todas as palavras retrógradas que também se aplicam ao que acontece quando sabemos que a nova energia está nos proporcionando uma mudança de curso. Poderíamos ficar frustrados, sentindo-nos presos e partirmos em qualquer direção, mas se você fez isto, sabe que não é a melhor opção. Em vez disto, podemos usar o abrandamento da energia para depormos uma âncora e pensarmos em nossos próximos movimentos.

Se baixamos a âncora intencionalmente ou acordamos um dia para percebermos que tudo em nossa vida está parado, as âncoras nos mantêm no lugar, para que possamos nos integrarmos e realinharmos, re-ancorarmos, re-equilibrarmos e encontrarmos um novo ponto central para a nossa energia. Geralmente, ficamos frustrados com a âncora e tentamos levantá-la bem antes de estarmos preparados para o nosso próximo movimento. Pensamos que a âncora é o problema, mas é a bênção, dando-nos tempo para criar espaço em nossas vidas que a energia da 5D requer.

Assim, embora estejamos furiosamente tentando movimentar a âncora, estamos ignorando o seu verdadeiro propósito, de parar o movimento da 3D para que possamos criar espaço para a expansão da 5D. Isto nos está ajudando no reajuste do nosso barco, por assim dizer, para nos colocar em um espaço onde o movimento para frente não está nos impedindo de criar a expansão lateral que é necessária para completar a integração da 5D. Se queremos o pleno benefício da vida multidimensional da 5D, então, precisamos nos dar o tempo que precisamos para ajustarmos a nossa energia, para permitir este nível de integração.

Use o seu tempo ancorado para fazer o que parece vir naturalmente durante estes períodos, para limpar o seu espaço de vida, deixar ir o que já não  mais lhe serve, avaliar os seus relacionamentos e liberar aqueles que estão pedindo por isto.  Os barcos precisam de tempo, fora da água e das ondas para fazer os reparos, abastecer-se, ou para encontrar um porto seguro, e assim nós também. Esteja aberto a novos níveis de potenciais e possibilidades, permita que novas experiências apareçam em nossos horizontes, e esteja em paz com o fluxo do processo, porque saberemos quando é o momento de “levantar âncora” e seguir em frente para novas realidades multidimensionais e estaremos prontos para a próxima fase de nossa jornada.

Jennifer Hoffman


Autor: Jennifer Hoffman 
Fonte: http://enlighteninglife.com/
Tradução: 
Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
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