quarta-feira, 11 de maio de 2016

Jennifer Hoffman - "Mães, Fonte de Vida e de outras coisas" - 10.05.2016



Temos uma energia nova e maravilhosa nesta semana, enquanto Júpiter segue direto – ele esteve retrógrado desde 8 de Janeiro, assim, embora tivéssemos muito potencial para a transformação neste ano, não tivemos muito apoio na sua criação. Temos agora, mesmo com a atividade retrógrada pesada de Maio. Temos também muitos aspectos fortes de Vênus, assim, preste atenção ao que surgir em sua vida em relação às questões de valor, amor, dignidade e merecimento, abrindo o seu coração para novos potenciais, e sendo amoroso para si mesmo.

O Dia das Mães foi comemorado neste último final de semana e este dia evoca uma ampla gama de sentimentos de muitos de vocês. Falo para milhares de pessoas a cada ano e sei como algumas de suas experiências maternas foram terríveis. Embora encaremos a nossa mãe a partir de uma perspectiva emocional, há muitas experiências da energia da “mãe”, incluindo um novo início, a fonte das coisas, nossos pais, e a presença de nosso contrato espiritual e conexão mais significativa em uma vida. Nossa mãe é mais do que apenas a nossa “mãe”; ela é a nossa fonte de vida e nossa parceira espiritual mais poderosa. Este é o tema do boletim desta semana.

O Dia das Mães foi comemorado em muitas partes do mundo neste último final de semana e todos têm uma opinião diferente deste dia. Para aqueles que amavam a mãe que já fez a transição, eles podem ter passado o dia em tristeza ou arrependimento. Outros podem hesitar quando têm que enviar um cartão ou presente, ou passar um tempo com a sua mãe, porque eles estão com raiva, ressentidos e magoados com o que ela lhes fez. Outros desejam que tivessem escolhido uma mãe diferente do que aquela que eles têm, e há aqueles que curtem este dia, apreciam a sua mãe e ficam felizes em passar o tempo com elas.

Seja qual for que tenha sido a sua experiência de “mãe”, nós escolhemos conscientemente a mãe que concordou em nos dar a vida, imprimindo-nos com um tipo específico de DNA emocional, estabelecendo paradigmas e parâmetros energéticos detalhados em nosso corpo energético, e criando a base para o que seria o nosso propósito de vida de aprender a amar e nos capacitarmos. Podemos julgar a nossa mãe por não ser tão boa, por não ser amorosa, apoiando-nos ou nos guiando o suficiente, por ser cruel, implacável e inconsciente, e ainda assim, ela fez exatamente o que nós lhe pedimos que fizesse em nosso contrato de alma compartilhado.

A mãe que esperávamos que atendesse as nossas necessidades emocionais fez isto em muitos níveis, mas nem sempre da maneira que achávamos que ela deveria. Em vez disto, ela serviu as nossas necessidades espirituais e cármicas, e para compreendermos a nossa mãe e o seu papel em nossas vidas, e para sermos capazes de liberar algumas emoções que temos em relação a ela, temos também que compreendê-la a partir desta perspectiva.

Isto não desculpa o comportamento horrível de alguém. Todos podem escolher suas ações e algumas pessoas exercem os seus contratos de alma das formas mais repreensíveis imagináveis. Mas quando nos sobrecarregamos com raiva, ressentimento ou arrependimento sobre o que as nossas mães fizeram ou não, como elas nos trataram, ou o que desejamos que elas tivessem feito e sido, em vez disto, limitamos as nossas vidas e a expansão de nossa energia em vias mais alegres e gratificantes.

A alma que concorda em se tornar a nossa mãe em uma vida é, a propósito, a pessoa mais importante e influente em nosso grupo de alma. Isto não significa que elas irão nos tratar com bondade; significa que elas irão cumprir a missão de sua alma em nossas vidas da melhor maneira possível, de acordo com o nosso acordo de alma.

Há três aspectos para a energia da mãe: físico, emocional e espiritual.

Através do aspecto físico, a nossa mãe concorda em nos dar à luz, em nos trazer ao mundo.

Através do aspecto emocional, ela concorda em energizar a nossa marca emocional do DNA e criar o nosso paradigma de poder.

Através do aspecto espiritual, temos o nosso contrato de alma com ela, que realmente estabelece a base para os outros dois aspectos, o que inclui curar o nosso carma com nós mesmos, com o nosso grupo de alma e com ela.
Ao reconhecer estes três aspectos da maternidade, o relacionamento de nossa mãe começa a assumir novas dimensões e podemos considerá-lo a partir de uma perspectiva totalmente diferente.

Parte de nosso trabalho como seres iluminados e conscientes foi preparar a Terra para as novas gerações de crianças e nos tornarmos o tipo de pais que elas precisariam para expressar plenamente a sua energia. O que aprendemos com as nossas mães nos ajudou a fazer isto, porque isto nos tornou pais mais conscientes – conscientes da energia, dos sentimentos, das emoções, das ações, do potencial, da mágoa, da traição e do poder.

A maioria de nós que nasceu em algum período antes dos anos 80, teve mães poderosas trancadas em vidas impotentes e elas, com frequência, lançavam as suas frustrações sobre nós. Em muitos anos de trabalho intuitivo, tenho me surpreendido diante do número de mães que estavam mentalmente doentes, dementes e até mesmo, psicóticas. Seus filhos se tornaram as vítimas das energias que não podiam usar, manipular ou expressar e eles eram tratados muito mal.

Como adultos, usamos o que experienciamos com a nossa mãe para ou nos tornarmos mais determinados no uso do nosso poder, ou vivermos em agonia silenciosa e mágoa por termos uma mãe que não nos amou, não nos apoiou, não nos guiou ou cuidou de nós o suficiente, ou como achamos que ela deveria. Ou que nos deixaram tão emocionalmente prejudicados que nunca nos recuperamos.

Podemos usar a comemoração do Dia das Mães pára nos libertarmos de uma carga de energia muito tóxica, perdoando as nossas mães por tudo o que ela fez ou não, e reconhecê-las pelos mestres espirituais que foram para nós. E, então, cuidarmo-nos da maneira que queremos ser estimulados, apoiados, guiados e amados, começando por amar a nós mesmos, o que, então, atrai pessoas amorosas e solidárias que podem nos levar além da experiência de mãe de nosso contrato de alma e nos dar uma nova experiência de amor que podemos incorporar, encontrando a paz e compartilhando com o mundo.

E se através da experiência de nossa infância nos tornamos pais mais compassivos, amorosos e conscientes com os nossos próprios filhos, então, podemos comemorar a nossa vitória por termos terminado este ciclo cármico e criado um novo nível de maternidade capacitada que honra a missão da alma e o propósito de vida da mãe/filho de uma maneira mais amorosa e respeitosa.


Autor: Jennifer Hoffman 
Fonte: http://enlighteninglife.com/
Tradução: 
Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
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