quarta-feira, 11 de maio de 2016

Sendo Semente...



Todo dia mostram pra gente o quanto é difícil mudar o mundo.

Não temos nenhuma ingerência sobre as guerras, somos pequenos demais para questionar o governo, dependemos da indústria farmacêutica e alimentícia.

Vemos todos os dias na TV como os relacionamentos estão doentes, o quanto as pessoas estão desorientadas. Deixam claro que não estamos vivendo um bom momento para nos entregarmos, só há traição, mentira e desrespeito. Os homens não prestam e as mulheres de hoje em dia são livres demais.

É assim que nos inserem no contexto adequado.

Mas ainda assim, com tanto horror exposto, existem os loucos.

Aquelas pessoas que andam por aí sorrindo e olhando nos olhos (será que não estão sabendo do golpe, da H1N1, do caos no sistema financeiro mundial?).

Aquele povo alternativo, que se relaciona de corpo todo, que come comida saudável, que se expressa, que se expõe.

O que chamam de loucos, costumo chamar de sementes. Loucas sementes.

Melhor, chamamo-nos sementes!

Revelo um segredo: diariamente coloco-me à disposição da mudança. Coloco-me como um instrumento de amor, de alegria, de leveza, de paz, de transmutação.

A minha tarefa é manter a loucura viva onde quer que eu me encontre. É manter o riso, a informalidade, o ânimo, o carinho, a expressão de sentimentos, o respeito à essência.

A minha missão é ser e estar.

PS.: leiam o texto de Osho abaixo.

"... Nossa única responsabilidade é que, enquanto estivermos aqui, vivamos uma vida de alegria, de amor, de felicidade. Enquanto estivermos aqui, a nossa responsabilidade é saber quem somos e em que consiste esta vida.

E o milagre é que, ao fazer isso, você já está mudando o mundo sem ser agressivo. Não há em você nenhuma ideia de mudar o mundo e, assim, a questão da agressão não surge. Você não tem sequer uma vaga concepção de mudar o mundo e torná-lo como você acha que ele deveria ser. Você está simplesmente vivendo a sua vida, da qual você é dono. Você está tentando vivê-la da maneira mais intensa e total possível, porque a vida é muito curta e o momento seguinte é tão incerto que temos de encarar cada momento como se fosse o último.


Conhecendo esse segredo da sincronicidade, estou propondo um tipo de revolução totalmente novo. Mude a si mesmo, e nessa própria mudança você mudou uma parte do mundo. Você é uma parte do mundo. Se a sua mudança é algo que o torna rico, o torna alegre, o torna feliz, o torna uma canção, então é difícil aos outros resistir a cantar com você, dançar com você, florescer com você. Um único indivíduo pode transformar o mundo todo sem nem sequer mencionar a palavra "transformação"."


Autor: Talita Rabello / https://www.facebook.com/talita.rebello
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