segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Jennifer Hoffman - "Passado, presente e intuição" - 16.08.2016



Às vezes, sinto que estou dizendo a mesma coisa inúmeras vezes, quando falo sobre mais mudanças e transformações, mais transmissões de energia, e ciclos se repetindo, mas é isto o que estaremos vendo por algum tempo ainda, enquanto peneiramos mais o nosso passado nesta semana e fazemos ajustes para encaixarmos os nossos novos paradigmas. Na verdade, o “quase” eclipse desta semana é aquele que traz Agosto de 1998 em primeiro plano. Esteja na vigia, pois eventos a partir deste momento irão aparecer novamente nesta semana, pois temos um eclipse correspondente.

Por que continuamos a rever o passado e ainda temos o retorno de lembranças de nosso passado e das coisas que já “cuidamos e com que interagimos”? Porque muitas das respostas e soluções para as nossas questões atuais estão localizadas no passado. Aspectos diferentes do passado retornam quando nos tornamos cientes de novas opções. É por isto que precisamos rever o passado para renovarmos o presente, se quisermos resultados diferentes, e precisamos usar a nossa intuição para acessarmos novos potenciais e possibilidades, que é o tema do artigo desta semana.

Seria maravilhoso se pudéssemos apagar o passado e começarmos de novo, sem qualquer traço da dor ou das memórias que nos lembrassem desta parte de nossa vida. Mas sabemos que a vida não acontece assim. E mesmo quando lidamos com algo  que achamos que foi uma forma decisiva, o passado tem uma maneira de se apresentar quando não o queremos. Por que isto? Porque o passado serve a um propósito útil no presente e precisamos desta informação para fazermos as nossas escolhas se quisermos evitar a repetição do passado. Sem as lições do passado, não saberíamos o melhor caminho a seguir hoje.

Quando estamos em um espaço de transição, ou em uma encruzilhada, o passado se torna o nosso melhor amigo, porque, com frequência, ele nos lembra do que não queremos escolher agora. Embora pensemos que estas lembranças do passado surjam apenas para nos mostrar como falhamos ou fizemos as escolhas erradas, no momento, elas eram as únicas escolhas certas ou melhores que poderíamos fazer. É só depois de termos vivido com elas e estarmos agora no final de sua “estrada de energia”, que queremos outras opções. Em vez de vermos isto como um fracasso, podemos vê-lo como um lembrete do caminho que é melhor deixar para o passado e procurarmos outras opções.

Mas se julgarmos o nosso passado como um grande fracasso, porque não estamos felizes, ricos e bem sucedidos hoje, então, não estamos usando o passado e as suas informações de forma eficaz. Precisamos observar a frequência da energia de nossas escolhas, a nossa própria vibração, o nosso nível de medo, e como estávamos seguros e confiantes no passado. Precisamos também encarar as nossas expectativas dos resultados e o que estamos dispostos a tolerar ou com que nos contentarmos, porque é assim que tomamos a decisão final sobre as nossas escolhas passadas. E podemos ver a nossa intuição, nosso sistema de orientação interna, a ligação entre a nossa vontade, a vontade divina e o espírito, como a ponte que irá nos ajudar a traçar o curso para uma vida mais gratificante e alegre do que tivemos no passado.

Em um nível energético, o passado define a linha básica da frequência energética para o presente; este é o ponto em que não queremos ir para trás, ou repetirmos o que experienciamos no passado. Assim, o nosso passado é um excelente ponto de partida para o que desejamos criar no presente e ele também nos lembra do que queremos mudar. Pense em algo que você “nunca queira fazer novamente” e isto estabelece uma linha energética na areia, por assim dizer, que você sabe que quer superar e não cruzar novamente, ao repetir esta experiência.

Precisamos observar a nossa intuição e como a estávamos usando no passado. Este é o nosso sistema de orientação interna, esta pequena voz que tantas vezes ignoramos quando ela diz “não, não faça isto”, ou “Provavelmente esta não é a sua melhor escolha.” Você já tentou fazer uma escolha e continuava ficando bloqueado em todas as direções? Você tentou realmente fazer isto arduamente de qualquer maneira? O que você achou dos seus resultados? Esta foi a sua intuição em ação, tentando guiar as suas escolhas para um aspecto mais elevado, mas se não a ouvimos, obteremos resultados diferentes do que poderíamos ter.

Quando ouvimos a nossa intuição, nós envolvemos a nossa conexão espiritual mais poderosa e começamos o processo de expansão para novos potenciais para a nossa vida. Mas se não confiamos em nós mesmos, se não julgamos as nossas habilidades (e os nossos resultados do passado), e se limitamos a nossa expansão, então, em vez de um guia confiável, a nossa intuição se torna uma voz irritante que tenta nos impedir de fazer o que queremos. Esta é outra coisa que precisamos observar com muita honestidade quando estamos olhando para o passado. Será que ignoramos a nossa intuição e fizemos outra coisa? Estávamos tão focados em seguirmos o nosso próprio caminho que ignoramos todas as outras possibilidades? Podemos também convidar a nossa intuição para nos ajudar a avaliar as nossas escolhas presentes para nos ajudar a encontrar novas possibilidades de potenciais e evitarmos a repetição do passado que não queremos repetir.

Quando usamos a associação dos resultados do passado, o potencial para o futuro e a nossa intuição como o nosso guia para os resultados melhores e mais elevados, temos uma receita para a manifestação que irá nos ajudar a fazer escolhas mais poderosas. Assim, ao invés de lamentarmos o passado, podemos colocá-lo para trabalhar para nós como uma referência para o que podemos querer evitar no presente. E isto nos permite definir a vibração energética para a nossa próxima série de escolhas, para que o passado não seja repetido no presente.


Autor: Jennifer Hoffman 
Fonte: http://enlighteninglife.com/
Facebook: Jennifer Hoffman
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
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