quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Jennifer Hoffman - "Limpando a nossa casa energética para encerramento de ciclos" - 13.09.2016



Estamos entrando em outra semana energeticamente importante, com um Eclipse no dia 16, que traz a ativação criada pelo Eclipse de 1º de Setembro a um ponto culminante – perceba que eu não disse “ao término”. Esta energia estará conosco até o resto deste mês, pelo menos até que Mercúrio complete todo o seu ciclo retrógrado, em 7 de Outubro. Sei que tem sido difícil, mas há muita conclusão e encerramento acontecendo agora, e isto é uma coisa boa. Não podemos avançar para um novo paradigma, sobrecarregados com a bagagem do passado. E estivemos nos desprendendo de muita bagagem ultimamente.

Por que o fechamento é tão importante? Porque ele nos permite avançar de uma maneira segura, congruente, sem cordões soltos, sem apegos, sem julgamentos e sem arrependimentos. E é por isto que parece que estamos passando pelos mesmos ciclos inúmeras vezes, porque precisamos ter todos estes elementos presentes para nós, para realmente encerrarmos um ciclo e avançarmos para nossos novos paradigmas da 5D. E este é o tema do boletim desta semana.

Mais uma vez, estamos passando por um importante ciclo de limpeza de energia e tendo o nosso passado (retornando a Setembro de 1997) servido a nós como o prato principal no Buffet da vida. Por que temos que passar pelas mesmas coisas inúmeras vezes? Porque cada vez que vemos uma situação é a partir de um novo ângulo e de uma perspectiva diferente, ou pelo menos, este é o propósito dos ciclos repetidos. E isto está acontecendo para que possamos deixar limpa a nossa casa energética e darmos um encerramento e conclusão, para que possamos alcançar a congruência. Congruência é um estado de harmonia energética, onde tudo flui com graça e tranquilidade e se você não tem isto, então, você verá a situação aparecer novamente até que isto ocorra com você.

É o momento de limparmos a nossa casa energética e fazermos alguma purificação emocional, para que estejamos preparados para a integração das novas energias. A menos que estejamos curados, íntegros e completos com o nosso passado e toda a sua energia, quando as novas energias chegarem, elas fluirão através dos buracos em nosso campo energético que aí estão por causa da dor do passado, do trauma, medo, arrependimentos e mágoas. Na verdade, as novas energias fazem estes parecerem piores e é por isto que algumas de nossas grandes mudanças e transmissões energéticas podem precipitar crises na vida igualmente grandes. Toda a energia se eleva, não apenas a energia “boa”. E quanto mais algo é capaz de atrair a nossa atenção, mais nos concentramos nele.

Isto não se trata de cura, trata-se de avançar. Colocamos foco demasiado no processo de cura e não damos atenção suficiente a este próximo passo, onde colocamos a nossa cura em prática. A única maneira de sabermos se estamos realmente curados, íntegros e concluídos com algo é usarmos o que aprendemos para agirmos. Precisamos testá-lo para ver como fazemos. Mas temos medo de obtermos os mesmos resultados como no passado, assim mergulhamos em outro ciclo de cura, apenas para nos certificarmos de que estamos realmente curados. Tudo isto nos mantém no carrossel da cura.  A ação nos leva a um nível para que possamos ter uma nova perspectiva e concluirmos a situação de uma nova maneira, para que possamos ter outro nível de fechamento.

O encerramento não significa finais felizes, outra crença que usamos para insistirmos que a nossa cura não está completa. Achamos que se estamos ainda sentindo dor, temos mais trabalho a fazer e, talvez o façamos, mas em um novo nível de consciência. A única maneira de movermos para este nível é tomarmos algumas medidas e, então, avaliarmos os nossos resultados. Se estivermos ainda sentindo dor, então, precisamos de mais algum trabalho, mas com uma ressalva – a dor não significa que o trabalho de cura não esteja terminado, significa que precisamos conseguir mais algum fechamento porque não somos congruentes, ou não estamos em harmonia com todos os aspectos desta situação.

O oposto da dor não é estar livre da dor, é a congruência. A dor existe quando há desarmonia, quando a energia em nossas vidas não está fluindo livremente. Estamos na dor quando não conseguimos encaixar as peças de nossa vida – queremos que algo que não funciona, funcione, queremos ser felizes em situações que não permitem isto, ou amamos alguém que não nos ama da mesma maneira. A harmonia acontece quando há congruência, quando temos alegria, realização, bem-estar (o que inclui as energias da alegria, da paz e do amor) e isto vem com o trabalho interior que leva ao fechamento interior. Como podemos preencher os buracos vazios que a nossa dor cria? É isto o que leva à congruência.

Preencher estes espaços vazios é o trabalho árduo que estivemos fazendo por eons, e nesta vida em particular. Isto é o que completa as redes da 3D para a ascensão e quando fazemos isto em nossas vidas, nós também o fazemos na rede energética da Terra. Isto não significa que teremos um resultado feliz, significa que teremos o fechamento, que nem sempre é feliz. Às vezes, o fechamento requer aceitação e liberação, às vezes, significa que ouvimos notícias que confirmam os nossos piores receios, mas que é uma fonte de paz e de encerramento. Quando procuramos que cada resultado seja feliz e toda a confirmação seja alegre, limitamos a nossa capacidade de termos o encerramento.

Nossa insistência em finais felizes e “bons” resultados nos mantém presos nos ciclos de cura. A nossa lição mais difícil, como eu escrevi durante anos, é a aceitação. Isto é estar completo com as opções de alguém, ou uma situação que não podemos mudar. É também aceitar as nossas próprias limitações quando se trata de curar e de ajudar outros. Com freqüência, tentamos torná-los íntegros e completos para que possamos estar curados, e isto não funciona assim. Esta é uma jornada pessoal. Nossa congruência acontece quando preenchemos os nossos próprios espaços vazios, quando nos tornamos congruentes interiormente. Então, somos curados e íntegros no exterior.

Nosso foco está em sermos congruentes, não na cura, ou na totalidade, ou em tentarmos corrigir alguém que criará a vida cheia de alegria que desejamos. Em vez de dizer “eu quero ser feliz”, coloque uma intenção de ser congruente, para que possa criar um fluxo harmonioso de energia que se ajusta e trabalha em conjunto. Todos os dias, encontre uma fonte de alegria para se concentrar, não importa o quanto ela seja grande ou pequena, e isto ajudará a criar o novo nível de consciência necessário para transcender a dor. Chegará o dia em que poderemos ter eventos cheios de alegria em nossas vidas, sem a dor e o sofrimento e poderemos ter congruência e harmonia, e estaremos no fluxo da alegria, o tempo todo. Este é o nosso céu na terra pessoal e é isto que estamos aqui para criar. Este é o nosso momento. Vamos torná-lo congruente.


Autor: Jennifer Hoffman 
Fonte: http://enlighteninglife.com/
Facebook: Jennifer Hoffman
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
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