sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Jennifer Hoffman - "Solto e descolado, por que a energia se movimenta e como ela pode se mover" - 18.10.2016



Tivemos uma lua cheia poderosa, errática, excêntrica e imprevisível neste último fim de semana. Você sentiu isto? Uma maneira de sentirmos este movimento de muita energia é limparmos e organizarmos o nosso espaço físico. O ato de movimentar as coisas em seu espaço físico é uma maneira de você ancorar a energia. Movimentar as coisas cria o espaço para nova energia, remove a velha energia e cria espaço para que novas energias preencham a sua realidade.

A energia da lua cheia continua nesta semana, enquanto temos a conjunção Marte/Plutão, o que pode nos afastar desta borda em que estivemos sentados já há algum tempo. Vênus se afasta de Escorpião, onde esteve apertando muitos botões emocionais, e segue para Sagitário, colocando-o em recepção mútua com Júpiter. Assim, é uma  semana onde, provavelmente, veremos muita instabilidade, mas temos muito apoio contínuo para a graça e a facilidade. Tente se lembrar de que as rosas co-existem com os seus próprios espinhos.

Mudei muitas coisas em minha casa neste fim de semana, aproveitando o tempo mais frio aqui, entrando finalmente no sótão da minha casa para ver o que lá estava. Encontrei muitos itens de proprietários anteriores, que eu removi e, então, mudei as coisas da garagem para o sótão. Fiquei ocupada na maior parte do fim de semana, mas agora tenho mais espaço na garagem e as coisas que não preciso todos os dias, estão no sótão. Desde que esta área não tem porão, porque estou perto do mar, meu sótão serve como espaço de armazenamento, como o meu porão em minha antiga casa. O conceito que, onde uma vez eu guardava coisas sob a minha casa e agora eu as guardo na parte superior, é bem interessante.

O movimento e transmissões de forte energia também criam áreas onde me sinto presa, limitada e incapaz de me mover. E este é o tema do boletim desta semana, porque antes que possamos ficar presos, temos que ficar descolados, o que você pode estar vendo em sua vida agora também.

Eu ouço a frase “Eu me sinto preso” de muitos clientes que chegaram a um ponto em suas vidas onde eles veem que a energia não está se movendo. Eles querem fazer outras coisas e não sabem como começar. Então, suas vidas desmoronam, pois eles perdem amigos e relacionamentos, talvez o seu emprego, talvez tenham que sair de sua casa, ou ir para uma nova área, e eles pensam que tudo está desmoronando. Pode parecer assim, mas eles estão removendo a “cola” de suas vidas, para que eles possam ficar soltos e avançar para um novo caminho. Antes que possamos ficar soltos, as coisas que nos estão “prendendo” em nosso caminho têm que dar vazão, e este é o processo de ficar descolado.

Descolar-se não parece bom, mas é uma parte necessária do processo. Isto acontece quando somos incapazes de fazer escolhas, tomar decisões e agirmos de forma consciente para nos afastarmos de nossos lugares em que estamos presos. Embora tenhamos o livre arbítrio, nossa alma conspira para que possamos cumprir a nossa missão de sairmos da cura (que é onde nos sentimos presos) e seguirmos para novos ciclos onde possamos ser completos e começarmos a agir em novas direções. Assim, todas as coisas em nossa vida que estejam coladas começam a se desgrudar e, então, nós nos movemos para nos libertarmos.

Só que não é assim no primeiro momento. É como se a nossa vida estivesse desmoronando, enquanto assistimos o que parece como se muitas (ou todas) as estruturas de nossa vida estivessem se desintegrando. Pode parecer como se as estruturas em nossas vidas estivessem entrando em colapso, as coisas que considerávamos como reais ou permanentes, terminam de repente, nossos objetivos mudam e o que uma vez nos deixou felizes, já não é tão atraente – é como se a nossa vida estivesse realmente se desintegrando. Mas não está, ela está se soltando, para que possamos liberar, reorganizarmo-nos e reestruturarmos a nossa realidade de novas maneiras.

Em um nível individual e coletivo, estamos em um espaço onde nunca estivemos antes. Temos uma nova consciência de nossa soberania energética, uma compreensão de como somos seres energéticos e trabalhamos com a energia universal, e o desejo de criarmos novas realidades que sejam cheias de alegria, gratificantes, pacíficas, amorosas e alinhadas com os novos caminhos da multidimensionalidade. Mas chegar lá tem um custo que envolve a remoção da cola que nos mantém presos nestes espaços onde nos sentimos limitados, para que possamos nos expandir para estados energéticos e dimensões de ser mais elevados.

Com o processo de ficar solto e se descolar, a nossa jornada parece que acontece em paradas e inícios. Estamos avançando e, então, subitamente, tudo se desfaz e deixamos de nos mover, tentando avaliar os danos e decidirmos como iremos avançar. Então, avançamos novamente, com um pouco de cautela, apenas para nos sentirmos presos e, então, descolamo-nos novamente. Mas se usarmos o processo de descolamento para vermos como ele é parte de um processo maior e contínuo, podemos permitir que a “porta giratória” continue girando, pois o que está deixando a nossa vida, está criando o espaço para o que está chegando.

Na verdade, é a nova energia, os potenciais, oportunidades e possibilidades que sabemos que estão disponíveis, que nos fazem querer ficarmos soltos, em primeiro lugar. Mas nos esquecemos de que uma vez que decidamos que queremos algo novo, desgrudar de nossa realidade existente é o próximo passo neste processo. Não é possível ter tudo neste caso – não podemos ter os aspectos antigos, presos e limitantes ocupando o mesmo espaço que os aspectos novos, expansivos e de fluxo livre.

Algo tem que partir a fim de criarmos o espaço para a chegada de novas realidades e, com frequência, são os nossos pensamentos, crenças e modos de ser mais limitantes que parecem os mais restritivos diante dos novos potenciais. Eles são também aqueles que são os mais difíceis de serem “desgrudados”, mas se não ficarmos atolados no processo e mantermos esta porta giratória se movendo, permitiremos que o novo flua, enquanto estamos nos despedindo finalmente do velho. Então, embora percamos melancolicamente o velho por alguns momentos, estaremos celebrando a nova energia que nos permitirá nos alinharmos com os novos potenciais que sabemos que são os próximos e melhores passos em nosso caminho. Lembre-se apenas de que o descolamento é parte do processo de se libertar e manter a energia em movimento, a porta giratória se movendo e de acolher as novas energias em sua vida.


Autor: Jennifer Hoffman 
Fonte: http://enlighteninglife.com/
Facebook: Jennifer Hoffman
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
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