Mensagem de Pai João de Enoque - “O Exercício de Confiar” através de Neva durante aula - Sementes das Estrelas

Mensagem de Pai João de Enoque – “O Exercício de Confiar” através de Neva durante aula

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Neva:

O quanto cada um de nós está disposto (a) a fazer as mudanças que precisamos fazer na nossa vida e aceitar aquilo que os mentores sempre nos trazem de alguma forma, como oportunidade de mudança?

O que o Pai João está falando aqui:

Muitas vezes, os ajustes que a gente precisa fazer, as correções de rota, ou recalculando rota, porque até como diz o ali o “GPS” do nosso carro, a gente nunca erra um caminho, a gente recalcula uma rota, a gente faz um ajuste, estamos sempre indo de alguma forma, olhando pelo “grande macro” que tudo que a gente experimenta faz parte de uma escolha da nossa alma, ainda que aquele experimento, ainda que aquilo que a nossa alma está escolhendo e está pedindo para passar ali, que seja algo mais tenebroso.

Mas no fim, partindo de uma ótica cósmica, está dentro do plano e estamos em constantes rearranjos e reajustes, mas para esses rearranjos e reajustes acontecerem de forma cada vez mais eficientes e precisas, precisamos nos colocar de lado, permitir que os ajustes aconteçam sem que a gente se agarre. E é uma das coisas que o Pai João de Enoque está falando: é a dificuldade, abre aspas, palavras dele, é a dificuldade que vocês têm, Filhos, de soltar aquilo que não está fazendo mais bem para você. Isso vale para tudo.

Quanto mais você se agarra no velho, não permite que o novo se instale. Mas para que o novo possa se instalar é preciso soltar o velho. E muitas vezes também você, agarrado (a) no orgulho, numa vaidade, não aceita e não permite também que os anjos, através de tantas pessoas boas que podem passar por sua vida, venham trazer para você pérolas informativas, mensagens, e muitas vezes você mesmo no seu campo intuitivo não se permite ouvir ou perceber os sinais que estão sendo dados ali para que você possa se refazer, para que você possa refazer a sua vida.

O Pai João está chamando a gente também a fazer um trabalho interno para a simplicidade, para a humildade nossa e para o nosso saber ouvir. Então ele está perguntando:

Vocês sabem ouvir com humildade? Vocês têm humildade para aceitar uma mudança de rota ou reconhecer que está equivocado (a) em alguma coisa? Você se permite: poxa vida hein, que porcaria que eu fiz? E dentro desse campo se acolher, e ouvir da vida, não necessariamente de uma pessoa específica, mas da vida, o direcionamento que vai te ajudar na correção de rota. Às vezes a pessoa morre no orgulho, mas não abre o coração ali para reconhecer muitas vezes o mesmo deslize, que é humano, que faz parte, que é humano. Vocês têm dificuldade nesse aspecto? E por que que vocês acham? Olha que interessante o que o Pai está falando:

Porque que vocês filhos, acham que é difícil reconhecer um erro? Porque a maioria de vocês, filhos, acham que é difícil reconhecer um erro e aceitar uma correção de rota quando esta vem de uma força externa a si mesmo? Porque vocês acham que isso acontece? De onde vem essa dificuldade e esse agarrar ou agarrar-se ao orgulho?  É medo. É medo que vocês têm do que o outro vai pensar. É medo das vozes da sua cabeça, que muitas vezes foram construídas na sua infância. Pelo seus tutores, pelo seus gestores, em sua infância, que você não pode errar.

Então você tem que se manter ali, em uma postura autossuficiente, mas não é uma autossuficiência embasada em um empoderamento equilibrado e harmonioso e crítico da alma. É uma falsa ideia de autossuficiência que está embasada em um orgulho, em um medo, em crenças limitantes desta ou de outras existências. Daí vai gerando as dificuldades em reconhecer deslizes, em ter a humildade para reconhecer isso, em fazer as correções de rotas necessárias sem se preocupar com o que o externo, com o que as pessoas externas ali a você, possam sentir, imaginar, achar, que na verdade isso não importa nesse tópico, nesse campo.

O que importa é que você esteja bem, em paz, ainda que uma correção de rota possa machucar, a princípio você, que na verdade está ferindo ali um ego que criou muitas expectativas e se agarrou muitas vezes ali, a ilusões de empoderamento a ilusões de falsos campos de autoconfiança. Mas, à medida que a gente vai mergulhando, caminhando numa nova trajetória, numa nova estrada, onde aceite a gente ou não a recalibração, ou o rearranjo, o recalcular de rota foi forçado ali por nossa alma, a gente vai ter que ir.

Hoje, por exemplo, vocês estão, digamos assim, morando em um determinado lugar, morando com uma determinada família, por exemplo, estão num determinado trabalho, estão num determinado relacionamento, e se de repente, vamos imaginar uma coisa, se de repente, chega o mentor seu e fala: Ó Filha, Ó Filho, não é nada disso aí, está tudo errado. Qual seria a reação de vocês? Digamos que agora chegou o mentor de vocês agora, neste momento. Vamos chocar! Pá!

Chegou o Mentor agora da Marcinha. Da Marcinha Jack. Ó Filha, está tudo errado, não é pra ir não. Não é que para você estar aí nesse relacionamento, não é para você estar naquele… Não é por aí! Vamos reorganizar essa rota. E aí? O que você ia dizer para ele? Como é que seria? A gente vai ter que mexer nesse negócio aí. Ah, mas eu tenho certeza. Então! Essa sua certeza, ela está embasada em algo que é totalmente falso. Mas não é, porque eu estou sentindo, eu os vejo, eu sinto. Daí o mentor vem e ele te prova. Te prova. Ele não é só teórico. Ele vem e te prova. Não é aqui. É aqui, aqui, aqui. Mas aquela pessoa é o amor da minha vida. E não sei o que, não sei o que… Aí o Mentor, vem e te mostra um vídeo, alguma coisa da pessoa te traindo. Alguma coisa assim…mas é porque aquela minha família gosta muito de mim, eu sei que eles são as pessoas que vão me ajudar, aí vem o Mentor, mostra todo mundo falando mal de você no grupo privado que você não está. Tem o grupo da família que você está e tem o grupo dois, família menos fulano, menos você, metendo pau ali. Mas é o trabalho que eu amo, não sei o que, o chefe me ama, aí o chefe falando para outra. O Mentor te mostra, ali é uma conversa do chefe falando com a outra funcionária, olha, já vou demiti-la e você vai assumir o lugar dela porque você é melhor. E aí? E aí? Alguém falou, mudava meu GPS.

E aí? Literalmente a torre do baralho ali… Desconstrução… desmanchar mesmo. Sabe por que eu estou falando isso? Eu não estou dizendo que isso vai acontecer na vida de vocês, não vai ser 100% isso que eu estou dizendo. Mas eu estou meio que preparando vocês para algumas informações que talvez um pouco mais na frente possam começar a vir, quando a nossa própria família Estelar começar a trazer algumas revelações ali que vão ser muito impactantes para todo mundo. Porque a grande maioria de nós, nesse mundo aqui, vive agarrado num campo de ilusão. Isso é. E o nosso trabalho é o quê? E estamos trabalhando para que? Para ir saindo disso, não é?

Cleilma Solarys /Sementes das Estrelas

 Revisão Textual: Paulah Divino/Sementes das Estrelas

 

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