
LIDANDO COM AS DECEPÇÕES
Rob: Então, eu tenho Quan Yin, mas ela não está no dragão. Ela está na flor de lótus. Interessante. Ok.
Quant Yin, obrigada por vir conversar comigo, por conversar conosco. Em uma sessão anterior hoje, ouvi uma pergunta sobre como podemos/devemos lidar com as decepções quando elas surgem? Então, eu adoraria ouvir sua opinião sobre isso.
Quant Yin: Olá, Rob. Olá a todos. Como sempre, é um prazer poder conversar com vocês desta forma. E obrigada por me receberem.
Você estava certo em sua análise sobre a decepção. Ela realmente surge quando os eventos do mundo ou da sua vida não acontecem da maneira que você esperava — ou, como seu colega bem observou, da maneira que você DESEJAVA que acontecessem — e tudo isso é, na verdade, uma tentativa de controlar os eventos. Muitas vezes fazemos isso, até inconscientemente. Temos expectativas. Temos crenças sobre qual é a vontade do Céu, sobre como os eventos deveriam se desenrolar, e desenvolvemos expectativas sobre esses eventos e como eles deveriam se desenrolar. Mas essa nem sempre é a maneira mais prudente de agir.
A LIMITAÇÃO DA VISÃO HUMANA
É muito difícil para os seres humanos compreenderem plenamente a vontade do Céu, o plano, o Plano Divino, e como todos os eventos devem se desenrolar para o bem maior de todos. Então, é fácil cair na armadilha de querer que algo aconteça, que se desenrole de uma maneira específica, mas isso é, na verdade, você exercendo seu próprio senso de controle sobre as situações. E então, como você sabe, sempre que tentamos exercer controle, geralmente não funciona da maneira que pensamos ou esperamos.
Portanto, você estava certo ao discernir que o antídoto para o controle é a confiança, a confiança no Plano Divino. E você chega lá, aprende essa confiança, entregando-se ao Plano Divino, mesmo quando não compreende a plenitude do que esse plano implica. Você simplesmente confia que tudo se resolverá para o bem maior de todos, mesmo que não consiga enxergar qual é esse bem maior para todos.
Será fácil, nos próximos dias, cair nessa armadilha. Eventos estão se desenrolando em suas vidas, no planeta, na sociedade em geral e no mundo, que muitos acharão perturbadores, então haverá uma tendência natural a ter expectativas sobre o que tudo isso significa, como deveria se desenrolar, quais deveriam ser as ramificações de qualquer evento. Mas, novamente, há uma sutileza nisso, que é simplesmente tentar exercer seu próprio controle, baseado em suas próprias crenças, o que, neste estágio, não necessariamente parte da perspectiva mais elevada, visando o bem maior de todos os envolvidos.
A DECEPÇÃO CONSIGO MESMO
E então, é claro, existe também a possibilidade de se decepcionar consigo mesmo, de, ao aprender e testemunhar eventos se desenrolando de uma maneira diferente da esperada, se sentir mal consigo mesmo, decepcionado consigo mesmo por não compreender a plenitude do plano. Paciência! Seja paciente consigo mesmo. Seja compassivo consigo mesmo. Você não foi feito para compreender o plano completo.
É aqui que a entrega e a confiança entram em cena. É por isso que elas fazem parte das Chaves [do Infinito], as Chaves do Eu e as Chaves do Céu. É você aprendendo no caminho para o seu pleno despertar para quem você é, como você se encaixa no mundo e por que você está aqui.
Então, mais uma vez, volto à compaixão. Seja compassivo consigo mesmo, consigo mesmo. Simplesmente entregue-se, confie e permita. Permita que o que vier aconteça com graça e serenidade.
Espero ter respondido à sua pergunta. Mais uma vez, estamos muito felizes com todos vocês e com o progresso que estão fazendo em sua jornada rumo ao pleno despertar.
Portanto, com isso, me despeço e deixo com vocês minhas bênçãos, meu amor e minha compaixão, para cada um de vocês. Até logo.
Canal: Rob Loveland
Fonte Primária: https://eraoflight.com/2026/03/25/quan-yin-handling-disappointments/
Fonte Secundária: https://eraoflight.com/2026/03/25/quan-yin-handling-disappointments/
Tradutor: Sementes das Estrelas/ Isamara Damasceno Branco Guennon