BENJAMIN FULFORD - "ATUALIZAÇÃO SEMANAL" - 27.05.2019



ENQUANTO THERESA MAY PERDE A BATALHA DA GRÃ-BRETANHA, OLIGARCAS DA COSTA OESTE PEDEM PAZ

A renúncia forçada da Primeira-Ministra Britânica (e filha de Hitler), Theresa May, marcou um ponto de virada decisivo na batalha pelo planeta Terra, concordam várias fontes. Sua renúncia já forçou os oligarcas de alta tecnologia Jeff Bezos, Mark Zuckerberg e Elon Musk a buscarem negociações de paz com a Sociedade Dragão Branco/White Dragon Society (SDB/WDS), de acordo com fontes maçônicas P2.

Enquanto isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, passou o fim de semana no Memorial Day, no Japão, em parte para evitar seu assassinato, já que as suas medidas começam a dar fim ao longo impasse político, em Washington, DC, Pentágono dizem fontes de direita japonesas.

Como muitos de nós estamos somos sabedores, a política dos EUA ficou presa num loop infinito de repetição por dois anos, com Democratas histéricos usando o controle da mídia corporativa e toda ferramenta legal possível para remover Trump do poder, enquanto Trump twittava “caça às bruxas”.

Para entender por que a renúncia de May foi crucial para o rompimento do impasse político, precisamos dar uma rápida olhada no escândalo FISAgate. Basicamente, em 2016, os oligarcas Rockefeller/Clinton pediram aos seus homólogos Rothschild, no Reino Unido, para contornar a lei dos EUA, a fim de espionar Trump e inventar o escândalo Russiagate para impedi-lo de ser presidente. A renúncia de May significa que os oligarcas Britânicos Nazistas (Sionistas) que lutaram contra Trump, agora, sendo expurgados da estrutura de poder militar/inteligência/política Britânica, segundo fontes da Família Real Britânica. Este exrpurgo será acompanhada por outro semelhante nos EUA, de acordo com fontes do Pentágono.

“Trump dando ao [U.S. Procurador-Geral William] Barr, o poder de desclassificação, concede-lhe mãos limpas para exterminar os Sionistas quando os arquivos sobre 11/9, 11/11 [Fukushima] e outras informações militares forem divulgadas”, prometem as fontes do Pentágono.

Uma prévia dos tipos de arquivos que estão prestes a serem tornados públicos, veio com esse vazamento de vídeos e fotografias da Holanda, tiradas imediatamente após o voo 370/17 da “Malaysian Air” ter sido abatido sobre a Ucrânia. O filme foi disponibilizado para download até  01 de Junho, mas esteja avisado que contém imagens gráficas de corpos mutilados.


O denunciante que enviou o arquivo observou que as vítimas do "voo 17" tinham passaportes holandeses inválidos, pertencentes a pessoas que embarcaram no voo 370. Além disso, muitos dos corpos estavam já decompostos, vestindo roupas de inverno para um voo de verão ou, então, nus e não tinham sangue. As informações contidas nas caixas pretas dos voos “nunca foram divulgadas pelos ingleses, que as receberam”, observa a fonte.

Fontes britânicas do MI6 dizem: “Tanto o atual quanto o Primeiro-Ministro anterior conspiraram para perverter o curso da emancipação da Grã-Bretanha e, como sempre, descobrimos. Então eles tiveram que ir.” Agora que foram removidos do poder, a liberação de informações das caixas pretas do voo 370/17 está próxima de acontecer, adicionam as fontes. Além disso, o ex-Presidente dos EUA, Barack Obama, agora , está testemunhando sobre o uso do voo 370/17 como chantagem nuclear contra líderes mundiais, apontam fontes da CIA.

Há muitos sinais de que a máfia khazariana não está digerindo muito bem essas iminentes revelações. Por um lado, a CNN encabeçou um artigo sobre a visita de Trump ao Japão com uma foto de John F. Kennedy saindo de um avião no dia de seu assassinato.


Também, fomos presenteados com o espetáculo do deputado Jerry Nadler, presidente do Comitê Judiciário da Câmara, que conduziu várias investigações do Congresso contra o Presidente, distribuindo-as em uma coletiva de imprensa.


Enquanto isso, uma palestrante da Casa obviamente estressada, Nancy Pelosi, pediu uma “intervenção” contra Trump.


Se a Polícia Militar dos EUA não reunir esses criminosos após tais flagrantes ameaças contra um presidente em exercício, será culpada de abandono do dever.

Em qualquer caso, o Estado sionista de Israel, também, está sob cerco. O Primeiro-Ministro criminoso de guerra, assassino em massa, Benjamin Netanyahu, não conseguiu formar um governo depois de sua recente tentativa de roubar sua eleição.


“Israel está rodeado de mísseis S-400, bombas nucleares de tsunami e pode ter que desistir das colinas de Golã", observam fontes do Pentágono. Enquanto isso, a campanha de boicote, desinvestimento, sanções (BDS) contra Israel” aumenta, com Trump, forçando Israel a abandonar projetos chineses, enquanto a Siemens, a Bombardier, a Hitachi, a Macquarie, a Alstom e um consórcio grego se retiraram do projeto ferroviário de Jerusalém" observam fontes. “A UE, também, está revendo seus laços com o banco Sionista israelense Leumi”, observam elas. Além disso, os crimes israelenses estão "alimentando o antissemitismo, na medida em que a Alemanha está alertando os judeus a não usarem suas toucas de crânio", observam as fontes.

"O verdadeiro custo da guerra está sendo discutido entre os membros do Pentágono e contabilizado, talvez incluindo o chefe do Estado-Maior do Exército, Mark Milley, já designado para se tornar o próximo presidente do Joint Chiefs of Staff", comenta Robert David Steele, ex-oficial da Marinha e da CIA. “Tanto o Presidente como os melhores líderes de alto escalão entendem que ser a ferramenta sionista para o Oriente Médio custou aos EUA não apenas sete trilhões de dólares, mas 75.000 amputados, 250.000 ou mais casos confirmados de TEPT, dezenas de milhares de estupros (tanto homens como mulheres e uma onda virtual de crime de trilhões de dólares, na medida que os empreiteiros alavancam "dinheiro fácil" para enganar os militares e o contribuinte", diz ele.

Internacionalmente, a ação dos neocons Sionistas tentando forçar a mudança de regime na Venezuela e roubar o petróleo do país foi publicamente declarada um fracasso. Além disso, as tentativas de iniciar uma guerra com o Irã fracassaram e, em vez disso, o governo dos EUA,  agora, está trabalhando num abrangente acordo de paz no Oriente Médio com o Irã e a Arábia Saudita, observam fontes da CIA. Na Indonésia, uma tentativa Sionista de derrubar a reeleição do presidente Joko Wido do resultou em 7 mortes, 250 feridos e 400 prisões antes de fracassar.

Na Europa, a eurocéptica francesa Marine Le Pen derrotou o escravo Rothschild Emmanuel Macron nas eleições parlamentares da UE. Os líderes americanos e britânicos que celebrarão o 75º aniversário do Dia D, na França, em  06 de Junho, parecem prestes a libertar a França dos conquistadores alemães.

Esses eventos são todos muito promissores e mostram que as coisas estão realmente chegando ao auge, mas -  isso é um grande “mas” - precisamos ver as pessoas por trás desses atos criminosos internacionais algemadas diante de um tribunal público de crimes de guerra, antes de, realmente, acreditar que a mudança real seja iminente.

Também, há sinais de que muitos oligarcas estão longe de serem derrotados. Patrick Wood, do Technocracy.news, descobriu um esquema de Rockefeller para a lavagem US $ 6 trilhões criados pela inflação do mercado de ações em 8.700 zonas de oportunidades livres de impostos nos EUA e observa que essa iniciativa foi iniciada por Sean Parker, co-fundador Facebook com Mark Zuckerberg. Wood não parece saber que Zuckerberg é o neto de David Rockefeller.


Em qualquer caso, como mencionado anteriormente, na semana passada Jeff Bezos, da Amazon, Elon Musk, da Tesla, e Zuckerberg, todos contataram a SDB, através, de maçons P2, na Itália, para propor um acordo de paz, segundo fontes P2. Os três concordam que algum tipo de federação mundial precisa ser implantada e a humanidade precisa ter permissão para se expandir para o Universo, dizem as fontes. Também concordam que quem quer que esteja bloqueando o progresso humano precisa ser devidamente tratado.

A P2 identifica  Netanyahu, de Israel, como um dos inimigos que precisam ser “lavados e devidamente tratados. Os outros são fanáticos sionistas obstinados que ainda pensam que vão criar artificialmente finais de tempos bíblicos,  dizem.

A outra grande questão que precisa ser resolvida é a guerra comercial dos EUA/China. Fontes do Pentágono acreditam que "Trump usou sabiamente a guerra comercial para permitir que a China batesse em empresas americanas como Apple, Google, Boeing e Nike, forçando-as a voltar para casa para a 'MAGA' enquanto criavam uma cadeia de fornecimento global alternativa".

No entanto, os americanos precisam estudar sua própria história recente. No final dos anos 80, forçaram o Japão a aumentar o valor do iene em mais de 100% - na prática, criando tarifas massivas - a fim de eliminar o déficit comercial dos EUA/Japão. O único resultado disso foi que a manufatura japonesa mudou para o resto da Ásia e o déficit comercial dos EUA continuou subindo. Como o Japão é militarmente ocupado pelos EUA, os japoneses foram forçados a continuarem comprando títulos do governo dos EUA e, assim, manter os EUA à tona. Este não é o caso da China.

Além disso, mesmo que a produção deva se deslocar da China para lugares como o Vietnã, a Ásia, como um todo, manterá um enorme superávit em relação aos Estados Unidos. A única maneira dos EUA encerrarem seu déficit comercial, como continuamos repetindo, é desistir dos chamados “dólares dos EUA” e emitirem sua própria moeda soberana de preço mais baixo.

Embora, como um todo os asiáticos não queiram substituir o imperialismo norte-americano pelo imperialismo chinês,  eles não continuarão comprando títulos do Tesouro dos EUA para apoiarem o constante belicismo dos EUA. As sociedades secretas asiáticas transcendem à China e prometem manter a luta contra os Sionistas, até que seu pesadelo fanático seja permanentemente encerrado.

Uma vez feito isso, os asiáticos e o resto do mundo ficariam felizes em apoiar o complexo industrial-militar dos EUA, transformando-se de uma ferramenta imperialista Sionista numa força de proteção planetária benevolente e uma força de exploração espacial.


Autor: Benjamin Fulford 
Tradução: Sementes das Estrelas / Candido Pedro Jorge
Veja mais artigos do Benjamim Fulford Aqui