BENJAMIN FULFORD - "ATUALIZAÇÃO SEMANAL"



19.08.2019

GOVERNO DOS EUA SOFRE DE UMA INFECÇÃO TERMINAL EPSTEIN-BARR

Nos últimos anos, o diálogo político dos EUA tem sido dominado pelo chantagista pedófilo do Mossad, Jeffery Epstein e o acobertador do escândalo Irã Contra o Procurador-Geral, William Barr e, isso, provavelmente, não é coincidência. A escolha de Epstein e Barr pode ter sido um aceno deliberado para o vírus Epstein-Barr. 

Também, conhecida como mononucleose ou “doença do beijo”, Epstein-Barr (EB) foi um dos primeiros vírus criados pela facção nazista para causar câncer em vítimas específicas, de acordo com a inteligência militar japonesa. Neste caso, temos uma luta pública encenada entre os agentes do Estado Profundo, Epstein (Mossad) e Barr (Nazi/Mossad), que parece estar deliberadamente causando um mau funcionamento fatal no diálogo político dos EUA, conforme retratado pela mídia de propaganda corporativa.

Vamos olhar por trás da operação “fracassada” de Epstein para ver se ela é realmente parte de algo muito mais sofisticado.

A encenação do “suicídio” de Epstein numa cela de prisão “à prova de suicídio” foi imediatamente condenada por Barr, mesmo que tenha ocorrido em seu turno. Imediatamente após o “suicídio”, foram divulgadas notícias mostrando que Epstein tinha um osso quebrado no pescoço que, geralmente. só quebra quando uma pessoa é deliberadamente estrangulada. Depois disso, houve um resultado de autópsia “oficial” mostrando que, afinal, era “suicídio”.

O que é interessante sobre esta operação é que as pesquisas de opinião pública mostram que a maioria dos americanos, 42%, acredita que ele foi assassinado, enquanto apenas 29% acreditam na história “oficial” de que ele cometeu suicídio.


Isso significa que, agora, apenas uma minoria de norte-americanos hard-core bebedores de Kool-Aid acreditam em seu governo.

Na verdade, fontes do Pentágono dizem que Epstein foi autorizado a fingir sua morte em troca de cooperação total na derrubada dos mais de 300 VIPs que visitaram sua Ilha Pedófila. O “suicídio” deliberadamente malogrado de Epstein, permitiu que a investigação sobre a exploração sexual de menores de Epstein, fosse transformada por Barr numa investigação de assassinato, disseram as fontes. Isso dá à polícia doméstica e militar dos EUA muito mais poderes em suas ações, dizem elas.

Certamente, a morte encenada de Epstein foi rapidamente seguida por uma invasão do FBI na ilha de Epstein. No local, agentes do FBI, deliberadamente, abriram uma janela para permitir que um drone fotografasse uma cama ensanguentada dentro do "templo" em sua ilha. Ele pode ser visto em torno dos 2,22 minutos da contagem de tempo no vídeo, no link abaixo.


Também, estamos recebendo relatórios sobre o site de informação/desinformação ligado à Inteligência da US Navy, Sorcha Faal, segundo de mergulhadores da Marinha encontraram restos de ossos de crianças no fundo do mar, nas proximidades da ilha de Epstein. Isso significa que o escândalo está parecendo pronto para migrar de VIPs que fazem sexo com garotas menores de idade, mas pós-púberes, para rituais de sacrifício de crianças, muitas delas pré-púberes.

Fontes britânicas de inteligência do MI6 alertam que a designação de Barr como uma pessoa chave na investigação de Epstein poderia levar a abusos por parte de agentes do “DVD alemão”, para derrubar adversários políticos com acusações de pedofilia "impulsionadas por Trump". As fontes observam que “Lord Edwin Brammal, o oficial vivo mais graduado depois da Rainha nas Forças Armadas Britânicas” e outros, recentemente, tiveram suas reputações arruinadas por falsas acusações de pedofilia.


No entanto, essas mesmas fontes concordam que o mundo estava enfrentando um inimigo satânico e disseram: “Vemos o satanismo, principalmente, como um culto religioso extremista (fanático) como todos os outros, todavia, mais ainda como um mecanismo de compromisso e controle para os mais altos da ordem social mundial”.

As mesmas fontes, também, disseram que o caso de Epstein foi "um fiasco em escala global nos níveis mais altos da sociedade" e que “tudo será exposto”. Além disso, “o filho da rainha [Príncipe Andrew] está envolvido como, por exemplo, com todos os outros. Ele deveria ter sido tratado de seu vício em sexo e, adequadamente tratado, enquanto estava sob custódia”.

Embora esta fonte da realeza Britânica esteja claramente nervosa com o iminente expurgo de pedófilos de alto nível, ela levanta a questão de que Barr era a favor de tribunais militares secretos, enquanto o mundo está exigindo julgamentos públicos e justos.

Além disso, enquanto a prisão de pedófilos de alto nível seja uma coisa boa, ainda, não estamos vendo nenhum discurso da mídia corporativa/propaganda sobre a punição de crimes de guerra como o 11 de Setembro ou de assassinatos em massa em lugares como Iraque e Japão.

Outra dimensão desta ameaça à detenção em massa de pedófilos, evidentemente, é financeira. Em essência, o argumento do establishment de Washington, D.C. pode ser resumido no seguinte: “Aquele que causar nossa falência será preso por pedofilia”.

O aumento da pressão sobre os pedófilos e as pessoas apanhadas por Epstein está relacionado a uma tentativa, liderada pela Grã-Bretanha, de apresentar acusações legais (anticoncorrenciais) contra um grande “fundo comum de liquidez” ligado à UE, segundo fontes do MI6. Este é um mecanismo legal para controlar o cartel bancário, explica a fonte, enquanto adverte que “muitos morreram nas mãos dos banqueiros” por tentarem usar este mecanismo.

O que as pessoas precisam entender é que a falência dos banqueiros donos de Washington, D.C., UE e Japão não ameaça a parte saudável desses países, incluindo os burocratas e políticos não corruptos. Na verdade, a falência dos banqueiros libertaria esses países da escravidão da dívida babilônica, algo que muitos no mundo militar/inteligência Ocidental sabem.

Os militares dos EUA permanecerão totalmente financiados durante toda a próxima campanha  para, finalmente, acontecer a falência do circo político em D.C. e seus círculos mestres em Tel Aviv e Suíça. Isto pode ser visto obervando  as exportações de petróleo do protetorado militar dos EUA, a Arábia Saudita, longe dos EUA (que paga com IOU’s) para a China (que paga em dinheiro).

De acordo com o TankerTrackers.com, que rastreia petroleiros e embarques com base em imagens de satélite e nos sistemas de identificação automática dos navios, em Julho de 2019 a Arábia Saudita exportou 1.802.788 barris por dia (bpd) para a China, 96% acima dos 921.811 bpd em agosto de 2018. Por outro lado, as exportações para os EUA neste mesmo mês de Julho foram de 262.053 bpd, uma queda de quase 62% em relação a 687.946 bpd, em Agosto do ano passado.


A proposta da Arábia Saudita de criar um novo país do tamanho de Massachusetts no valor de 500 bilhões de dólares que contornaria os tabus existentes contra a melhoria genética dos seres humanos e que, também, introduziria todo tipo de  tecnologia suprimida, mostra que o Comando Central dos EUA, pelo menos, está tentando criar uma civilização separatista.


Entretanto, o estabelecimento de D.C. está ficando cada vez mais desesperado. Internamente, um aumento no número de incidentes de tiroteio em massa (sejam eles reais ou falsos) tem tido retornos decrescentes, na medida em que o público se torna insensível a eles. Uma tentativa de iniciar falsos motins de direita/esquerda em Portland, Oregon, também fracassou.


Após as fracassadas tentativas de mudança de regime de roubar petróleo da Venezuela, Síria, Irã e outros lugares, a máfia neocon de D.C., agora, espera evitar a falência, comprando a Groenlândia da Dinamarca.


Também está tentando desestabilizar Hong Kong, num esforço para obter poder de barganha com a China. Lá, os protestos começaram como um movimento legítimo dos cidadãos de Hong Kong para anular uma lei que permitiria que fossem extraditados para a China. 

Em grande parte, Hong Kong é povoada por pessoas que fugiram da China comunista, de modo que a lei realmente atingiu um nervo sensível. No entanto, depois que a China recuou, os protestos degeneraram em ação violenta por agentes profissionais provocadores, pagos pelos sionistas, de acordo com fontes da Sociedade Secreta Asiática. 

O objetivo era forçar a China a usar força excessiva e, assim, arruinar sua imagem internacional, admitem  fontes da CIA. No entanto, os chineses aprenderam com os protestos da Praça Tiananmen, em 1989, e estão usando estratégias convencionais antimotim como canhões de água e a prisão de pessoas violentas para conter esses protestos civis.

Os movimentos de Hong Kong romperam, quando Trump foi forçado pela oposição interna a recuar nas tarifas contra um valor adicional de US$ 300 bilhões em bens chineses. Qualquer pessoa que conheça o mundo real entende que uma pessoa falida que usa dívidas impagáveis para comprar coisas (como os EUA) não está numa posição de grande negociador. As pessoas que se beneficiam da distribuição de produtos chineses baratos nos EUA sabem disso.




Agora, os EUA estão pagando 94% de todos os rendimentos globais, enquanto tentam desesperadamente se manterem à tona. Nos mercados financeiros, pagar mais juros do que outros é um sinal claro de deterioração da solvência.


O governo corporativo dos EUA tem financiamento até o início de Setembro, todavia, há um consenso crescente para pressionar por sua falência pública real nesta queda. Escusado será dizer que as pessoas de D.C. conseguiram evitar este cenário até agora e que podem muito bem fazê-lo novamente neste Outono.

No entanto, vai haver uma luta enorme este ano que, finalmente, pode puxar o plugue do circo político de Washington, D.C., infectado pelo EB. Certamente que a Commonwealth, o Vaticano, os russos e os chineses, entre outros, querem que os agitadores sionistas sejam permanentemente calados. Entretanto, os sionistas lutarão com unhas e dentes.

Então, ema boa providência seria descansar bastante no resto desse Verão, porque este Outono, provavelmente, que será mais agitado do que o habitual.


Autor: Benjamin Fulford 
Tradução: Sementes das Estrelas / Candido Pedro Jorge
Veja mais artigos do Benjamim Fulford Aqui