SOLSTÍCIO DE INVERNO E ANO NOVO
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Os antigos europeus marcavam a virada do ano com uma celebração no meio do inverno que muitas vezes durava de sete a dez dias, começando perto do dia 20 de dezembro, o chamado Solstício de Inverno. Esse era o momento quando o sol parecia “descansar”, alcançando o seu ponto mais baixo na linha do horizonte por cerca de três dias.
Comunidades observavam com atenção o céu, reconhecendo essa pausa como um sagrado limite entre o ano velho morrendo e promessa do novo. Festas, rituais com fogo e encontros de comunidade honravam o retorno da luz e reafirmavam as laços sociais nos tempos mais sombrios do ano.
O RETORNO GRADUAL DA LUZ
Depois destes três dias, o movimento do sol começava a mudar. Em 25 de dezembro, as pessoas conseguiam notar visivelmente o sol se levantando um pouco mais alto na linha do horizonte, um sinal poderoso de que a luz estava retornando. Cada dia ficava gradativamente mais longo, reforçando a esperança e crença na ordem cósmica.
Seguida de uma semana de celebrações, os dias mais longos eram claros em simbolizar o verdadeiro renascimento do tempo, fazendo esse período um momento natural a ser chamado de “ano novo”, que veio a se tornar “1 de janeiro”, em realidade, o último dia das celebrações.
JANUS, O GUARDIÃO DOS COMEÇOS
O mês de janeiro recebeu o nome do deus romano Janus ou Janis, a deidade dos começamos, limiares e transições.
Como mencionamos previamente, outras culturas esperam até a primavera para celebrar o “ano novo”, perto do que depois se tornou a Páscoa, quando a luz supera a escuridão, os dias se tornam mais longos e as noites mais curtas, a temperatura sobe e a natureza começa a florescer e colheitas crescer novamente.
Canal: Kejraj
Fonte primária: https://eraoflight.com
Tradução: Sementes das Estrelas/ Daiáne Furlanétto
