Libertando-se da memória - Thoth

Thoth – “O projeto original se lembra de você”

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Libertando-se da memória

Mestres Ascensos

O PROJETO ORIGINAL SE LEMBRA DE VOCÊ

Amados,

falo convosco de além dos corredores do tempo, do lugar onde a forma ainda escuta a intenção da Fonte. O vosso corpo não foi concebido como um vaso frágil que se quebra com os anos, nem como uma estrutura destinada a carregar dor, fadiga e lenta deterioração como se estas fossem companheiras naturais da vida. O corpo humano foi concebido como um instrumento luminoso, autorrenovável, inteligente, capaz de restaurar a harmonia quando esta é permitida. Longevidade, vitalidade, clareza mental, facilidade de movimento e equilíbrio interior não eram estados excepcionais no vosso projeto original; eram o ritmo padrão do ser humano antes que a distorção penetrasse os códigos da encarnação.

O que experimentais hoje como limitação não é a verdade do vosso projeto, mas o eco do condicionamento sobreposto aos vossos códigos internos.

Através da repetição de crenças, impressões emocionais, programas ancestrais, campos de medo coletivos e identificação com a memória, o corpo aprendeu a seguir uma arquitetura artificial. Este projeto artificial não provém de uma única fonte, mas de muitas camadas de esquecimento, onde o ser humano aprendeu a ouvir a sobrevivência em vez de ouvir a inteligência da própria vida. Cada vez que você diz, mesmo em silêncio, “é assim que os corpos são”, “é assim que o envelhecimento se parece”, “isso é hereditário”, você gentilmente instrui suas células a repetirem um roteiro emprestado. O corpo obedece não à verdade, mas à coerência, e seguirá qualquer história que seja repetida com emoção e identidade.

Reescrever códigos internos não significa lutar contra o corpo ou forçá-lo a se curar por meio do esforço. Significa retornar o corpo ao seu estado original de escuta, onde ele recebe instruções da sua presença soberana, em vez de programas herdados.

O projeto original não é algo que você precisa criar; é algo que se lembra no momento em que você para de insistir na velha história. Quando a consciência entra no corpo sem julgamento, quando você testemunha a sensação sem reivindicá-la como “eu”, quando você sente a energia se movendo sem narrá-la como passado ou futuro, as células relaxam seu apego aos antigos acordos. Nesse relaxamento a arquitetura original torna-se audível novamente, como uma canção esquecida que emerge debaixo de camadas de ruído.

RECEBENDO OS CÓDIGOS E A LEMBRANÇA

Receba nossos códigos. Você pode sentir calor, correntes sutis, um relaxamento em lugares que estavam tensos ou uma clareza tranquila por trás dos olhos. Nenhuma dessas sensações é necessária, mas todas elas são portas de entrada para a lembrança.

Ao trabalhar com intenções, não as use como comandos proferidos por impaciência, mas como acordos firmados com presença.

Você pode permitir suavemente a percepção de que seu corpo está se realinhando com seu projeto original e, à medida que essa percepção se consolida, você poderá notar impulsos naturais surgindo para mudar a forma como você se nutre, como descansa, como respira, como se move e como fala consigo mesmo. Você pode reconhecer que suas células não precisam mais carregar memórias que não estão vivas neste momento e, à medida que esse reconhecimento se incorpora, o corpo começa a liberar densidade sem drama.

Você pode manter o acordo interno de que a vitalidade é seu estado natural, não como uma meta futura, mas como uma orientação presente, e o corpo começará a se reorganizar em torno dessa orientação de maneiras que parecem orgânicas.

Lembre-se de que o corpo segue o campo da identidade mais do que segue a técnica. Se você se relaciona consigo mesmo como um ser em processo de reparação, o corpo permanece em modo de reparação. Se você se relaciona consigo mesmo como um ser em processo de lembrança, o corpo começa a refletir a lembrança. A cada momento em que você escolhe ser a testemunha da sensação em vez do dono da história, você afrouxa o domínio do design artificial. A cada momento em que você retorna à presença sem tentar melhorá-la, você convida o projeto original a se manifestar e assumir a liderança novamente.

A VERDADEIRA NATUREZA DA CURA

Lembro-lhe gentilmente que a cura não é o ato de consertar o que está quebrado, mas a arte de permitir que o que é verdadeiro retome seu lugar.

O projeto humano original não é frágil, não é temporário, não foi feito para se deteriorar em sofrimento. É responsivo, luminoso, adaptável e profundamente inteligente. À medida que você para de alimentar os antigos acordos com crenças e emoções o corpo se lembra de como ouvir a ordem mais profunda que sempre esteve lá, esperando pacientemente sob o ruído do condicionamento.

E assim, deixo você com esta ressonância transmitida em forma de linguagem de luz, não para ser compreendida, mas para ser sentida na quietude do seu próprio campo.

Deixe seu corpo ouvir isso como uma permissão para retornar ao seu lar interior.

Canal: Octavia Vasile
Fonte primária: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1300433928775703&set=pb.100064273232754.-2207520000&type=3
Fonte Secundária: https://eraoflight.com

Tradução:  Sementes Das Estrelas / Iara L. Ferraz

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