
Saudações! De coração para coração, neste momento em que conversamos, eu sou Kejarj.
Nessa escrita, não estamos negando a existência de Jesus. No entanto, o modo como ele é retratado não é algo novo, as alegações religiosas são falsas e exageradas. Continuaremos abaixo.
Muitas das crenças cristas, símbolos e histórias sobre Jesus Cristo não são originais, mas adaptadas de religiões pagãs muito antigas. O cristianismo surgiu de fato durante o Império Romano, onde a adoração ao sol e figuras salvadoras míticas já eram comuns. A invenção do Cristianismo ocorreu durante o reinado de Constantino, reutilizando símbolos familiares e histórias, para que a nova religião fosse mais aceita e compreensível para a população pagã.

Uma das comparações mais fortes é o deus Romano solar Sol Invictus, significando “O Sol Não Conquistado”. Permita-nos apontar que Sol Invictus foi honrado por volta de 25 de dezembro, a data escolhida posteriormente para o natal, apesar da Bíblia nunca ter passado uma data para nascimento de Jesus.
Por volta de 22 de dezembro, o sol chega ao ponto mais baixo no céu e parece parar de se mover em direção ao sul por três dias. No dia 25 de dezembro, ele começa a se elevar um grau para o norte novamente, sinalizando dias mais longos e mais luz. Isso era visto como o sol tendo “renascido” ou “levantado dos mortos”, o que claramente espelha a história da ressureição.
Eles também apresentam similaridades como os halos se assemelhando ao sol. “Coroa de espinhos” refere-se aos raios de sol ao redor da deidade solar.
Reinvindicações similares são feitas sobre Hórus, o Deus Egípcio do Sol, que dizem ter nascido da mãe divina e ser associado aos céus e ordem cósmica. Suas histórias incluem triunfos sobre as trevas e morte, que são refletidos na história de Jesus. Outras figuras antigas como Mitra e Dionísio também são citados pelas suas relações com nascimentos miraculosos, sacríficos e renascimento. Os doze discípulos de Jesus simbolicamente representam as doze constelações no zodíaco, com Jesus sendo o sol se movendo sobre cada signo durante o ano.


Celebrações sazonais também desempenham um papel nesta teoria. Algumas culturas antigas celebram o renascimento do sol como uma espécie de ano novo durante o solstício de inverno, marcando o retorno de dias mais longos e luz renovada. Outras culturas esperam até a primavera, por volta do que depois se tornou a páscoa, quando a luz domina a escuridão, as temperaturas aumentam, a natureza começa a florescer e as colheitas voltam a crescer novamente.
Dessa perspectiva, o Cristianismo é visto como uma religião que absorveu e reinventou antigas tradições solares e sazonais. Enquanto essa ideias são fortemente rejeitadas pelos Cristãos, nós reiteramos que as demasiadas similaridades são precisas e numerosas demais para serem acidentais, deixando pouco espaço para alegar coincidências.
Canal: Kejraj
Fonte primária:https://eraoflight.com/2025/12/23/sun-gods-and-worship-of-them/
Tradução: Sementes das Estrelas/ Daiáne Furlanétto
