
A partir de pergunta sobre o aspecto de 3 reinos: humano, bons espíritos e galácticos: o que os humanos ainda não conseguiram aprender com os bons espíritos e com o reino galáctico que impede uma mudança de chave….
Duas coisas muito específicas e pontuais: Fraternidade e Diplomacia.
Isso é o que temos mais dificuldade de colocar na cabeça de vocês: a fraternidade e a diplomacia. O que é a fraternidade? O que vocês entendem como fraternidade?
O que que vocês entendem como diplomacia?
É minimamente, você ter o mínimo de amor, compreensão, respeito, empatia, generosidade pelo outro, que o conjunto da obra: “Amor”.
Vocês se perguntam às vezes, porque que alguns movimentos precisam acontecer de forma a mexer com muitas pessoas, o que vocês chamam de catástrofes, o que vocês chamam de processos da Terra mesmo ali, quando acontece um evento onde se afeta muitas pessoas, os chamados desastres naturais.
O que acontece quando um desastre natural se manifesta? O que que desperta dentro de vocês?
A fraternidade. Na maioria de vocês, não todos. Mas, na MAIORIA desperta fraternidade, compaixão. A minoria desperta o quê? O oportunismo! A maioria nesses desastres naturais desperta o oportunismo. Como que eu posso ganhar em cima disso? O que posso fazer para me dar bem em cima disso? Mas na maioria, a fraternidade. Raças diferentes, credos diferentes, escolhas políticas diferentes e se auxiliam. Nestes momentos não se vê essas outras pautas. Por quê? Porque vocês naturalmente são uma raça, vocês são seres colaboracionais, são seres fraternais, vocês são seres generosos, são seres gentis, são seres colaboradores, mas vocês foram aprendendo nos últimos 26.000 mil anos a só se defenderem, se protegerem, às vezes fugirem, não confiarem e, até certo ponto, isso é compreensível. Porque considerando a hostilidade de um sistema onde vocês habitam, onde vocês existem, considerando as programações às quais vocês foram inseridos, considerando a psiquê do inconsciente e ou do inconsciente. Considerando o instinto fermentado de sobrevivência, onde só se olha para o próprio processo, em que não se estende a mão de uma forma generosa e compassiva, sem se violar e sem violar o outro. Quando eu digo que é compreensível, é neste ponto.
Então, inevitavelmente, também, alguns processos naturais da Terra, chamados de desastres naturais, manifestam-se como uma forma da própria Mãe Terra, Shan, se libertar, expurgar o que ela vem armazenando dentro dela, como uma forma de ajudar a sua superfície a não se aniquilar e, consequentemente, os movimentos ocorrem, os desastres ocorrem, como processo de limpeza externo e aproveita-se a situação para que os seres humanos relembrem quem eles são. Para que se reative a fraternidade, para que se reative a diplomacia, para que se reative a amorosidade.
Uma das pautas que nós vamos trazer em linha de frente, quando pudermos nos manifestar livremente, interagir com vocês, é a pauta da quebra de fronteiras, do fim das fronteiras. Porque vocês finalmente vão poder se conhecer. Porque existem raças que não conhecem outras, que não entendem, porque foram ao longo dos milênios sendo ensinadas a não compreenderem, a somente olhar o seu semelhante de uma outra raça como alguém talvez que queira invadir suas terras, como alguém talvez que seja prejudicial, como talvez perigoso. Quando na verdade é só um “par” dentro de um todo.
Inevitavelmente, às vezes os desastres naturais precisam se manifestar, porque ainda, ainda é a forma que vocês ativam a fraternidade dentro de vocês. Pergunto: vocês desejam que somente através de um desastre vocês confraternizem? Que somente através de um desastre vocês tenham diplomacia? Que somente através de um desastre vocês se reconectem? Ergam suas vozes para os seus governantes e peçam o fim das fronteiras.
E eu, eu vou estar ali, auxiliando em tudo isso. É o bastante por agora.
Bênçãos!
Eu sou irmão de vocês, Ashtar.
Adonai.
E vocês me verão e ouvirão mais vezes, porque chegou o tempo para isso.
Transcrição: Cleilma Solarys / Sementes das Estrelas
Revisão Textual: Paulah Divino / Sementes das Estrelas