
À MEDIDA QUE VOCÊ EVOLUI, MENOS É MAIS
O ser humano nunca foi destinado a permanecer o mesmo.
Você veio à Terra com um projeto concebido para se desdobrar em camadas. Mesmo diante do que você recorda como as modificações do DNA humano pelos Anunnaki, o potencial mais profundo não foi apagado. Camadas permaneceram à espera de serem ativadas, inclusive dentro daquilo que hoje você chama de “DNA lixo”. A humanidade carrega possibilidades que mal começaram a ser exploradas.
No início da vida grande parte da experiência humana transita naturalmente pelos centros inferiores. O centro raiz busca sobrevivência e segurança; o centro sacral busca prazer, sexualidade, desejo e estimulação. Não há nada de errado nisso; contudo, você nunca foi destinado a parar por aí.
O coração desperta, e o amor torna-se menos dependente de receber algo de outra pessoa. Você começa a descobrir o amor incondicional como um estado gerado dentro de si mesmo.
Os centros superiores despertam e o desejo de acumular experiências transforma-se, gradualmente, no desejo de servir. Você passa a reconhecer o outro não apenas como “alguém diferente”, mas como outra expressão da mesma consciência, observando através de olhos distintos.
Até mesmo sua relação com a alimentação pode mudar. Você pode sentir-se atraído por alimentos mais simples e naturais, especialmente aqueles cultivados sob o sol e próximos à Terra viva. Para algumas pessoas, o apetite pode tornar-se mais simples à medida que sua prática se aprofunda — embora o corpo físico deva ser sempre ouvido e adequadamente nutrido.
A energia sexual também pode ser refinada. Quando a kundalini começa a fluir pelo sistema, a energia que antes se manifestava predominantemente por meio do desejo sexual pode ser vivenciada como criatividade, devoção, amor, percepção e consciência expandida.
Isso não significa que a sexualidade deva desaparecer. A sexualidade consciente pode tornar-se algo muito diferente daquela que nasce da carência, da posse ou da necessidade de ser completado por outra pessoa. Dois seres podem encontrar-se sem tentar preencher o vazio um do outro, utilizando a intimidade como um espaço para a presença, o amor e a expansão.
Por meio da meditação, da prática espiritual e do despertar da kundalini, a energia começa a mover-se de forma diferente. O amor torna-se menos dependente de outra pessoa. O desejo de receber transforma-se no desejo de servir, pois você passa a reconhecer os outros como expressões da mesma consciência.
Até mesmo suas necessidades podem mudar. A necessidade constante de estimulação diminui. As necessidades sociais podem se suavizar à medida que você descobre que o silêncio não é vazio e que a conexão existe muito além do mundo físico.
Isso não significa rejeitar a alimentação, os relacionamentos ou a sexualidade. É possível vivenciar relacionamentos conscientes, criados a partir do amor em vez da necessidade; uma sexualidade consciente que refina e eleva a energia; e belos alimentos naturais, cultivados sob o sol.
QUANDO PRECISAR DE MENOS SE TORNA VIVER MAIS
O convite é, simplesmente, observar o que acontece conforme você evolui.
Você passa a precisar de menos, enquanto vivencia mais.
Menos estímulos, porém maior sensibilidade. Menos busca por amor, porém mais amor. Menos consumo, porém maior apreciação.
Menos dependência, porém uma conexão mais profunda.
Não tenha medo quando seus desejos mudarem. Você foi projetado para mudar.
À medida que você evolui, menos é mais.
Você veio a este mundo com uma capacidade extraordinária de evolução. Seu corpo, seu sistema energético, seus desejos, seus relacionamentos, e até mesmo a forma como você se nutre, nunca foram destinados a permanecer exatamente como eram no início de sua jornada terrena.
Thoth
Canal: Octavia Vasile
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Tradução: Sementes das Estrelas / Iara L. Ferraz
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