Sanhia - "Por que nunca consigo alcançar meus objetivos?" - Sementes das Estrelas

Sanhia – “Por que nunca consigo alcançar meus objetivos?”

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POR QUE NUNCA CONSIGO ALCANÇAR MEUS OBJETIVOS?

Participante:

Estou passando por um momento muito difícil. Sinto que quanto mais vivo, mais percebo o quanto estou profundamente danificado e desorientado. Estou extremamente confuso pois sinto que fui abençoado — ou amaldiçoado — com dons imensos e sinto a responsabilidade de trazê-los para o mundo. No entanto, sinto que meu caminho está constantemente bloqueado e sem apoio. É como se a vida insistisse para que eu ficasse de braços cruzados; todo esforço que dedico ao mundo não dá frutos. É muito doloroso. Sinto vergonha de ter problemas, pois também tenho consciência de que sou abençoado e de que há muita graça em minha vida. Não sei se há algo no meu ego que nasce do desespero em vez da pura inspiração. Tudo parece um aborto ou um natimorto. Há tanto entusiasmo e visão; dedico muito esforço e expresso minha visão, mas não recebo apoio algum. Parece que todos os meus projetos são maiores do que eu; exigem uma equipe para se concretizarem. Então, a energia se dissipa e fico sozinho, patinando no mesmo lugar. Sinto-me desanimado e frustrado a cada passo, sem orgulho de mim mesmo. Quero sentir orgulho de mim pois acredito ser uma boa pessoa, com muita beleza a oferecer. As pessoas dizem que querem participar mas depois desaparecem. Sinto-me como Sísifo carregando a pedra, apenas para recuar de volta ao vazio. Isso não pode estar certo. Fico sozinho na maior parte do tempo e não sou nem de longe tão produtivo ou criativo quanto gostaria. Como é que o Michael (NT. canalizador desta mensagem) consegue lançar algo no mundo, concretizá-lo, e as pessoas aparecem e pagam por isso? Por que não consigo ter isso? Por que o que desejo fazer não pode ser abraçado pelo mundo? Isso não faz sentido para mim. Esforço-me tanto para ser positivo e grato. Reconheço que tudo é graça divina e que tenho muita sorte de existir, mas, na minha imaginação, vejo uma pessoa prolífica: a energia flui, estou no mundo, realizando coisas e compartilhando meus dons. Mas essa não é a minha realidade. Acordo quase todos os dias com pensamentos sombrios, odiando a minha vida. Tenho de passar muito tempo redirecionando meus pensamentos, exercitando a gratidão e sendo paciente e gentil comigo mesmo. Mas isso é cansativo e doloroso. Não faz sentido algum para mim. Sinto como se estivesse sendo punido ou amaldiçoado. Não sei o que estou fazendo. Por quê? (lágrimas)

Resposta:

Talvez você conheça a expressão “com condições” (ou “com amarras”). Alguém dá algo, mas não livremente; existe a expectativa de um retribuição ou de que o presente seja usado de determinada maneira. Deus não impõe condições a nenhum presente que você recebe. Não há expectativas de que algo seja usado — ou não — de uma forma específica. Nem mesmo a expressão de gratidão é exigida. Qualquer “amarra” que você sinta é sua; foi você quem a colocou lá. Perceba isso. Você é a única pessoa que nutre expectativas em relação a si mesmo.

Participante:

Por que não deveria nutrir? Recebi dons. Por que não posso compartilhá-los?

Resposta:

Você é livre para compartilhá-los, mas não é uma obrigação. Sentir que precisa fazer isso só lhe traz dor e sofrimento. Então você projeta essa carência nos outros, impondo condições a eles. Eles deveriam receber e desfrutar dos seus dons. Se não parece que fazem isso, surgem novamente a dor e o sofrimento. É a mente do ego que estabelece metas, quer alcançar coisas e deseja ser amada e apreciada. A mente do ego nunca está satisfeita. Ela sempre quer mais. A paz e o amor que você busca não estão no mundo; estão dentro de você. Você é maior do que o mundo. Ele jamais poderá preencher esse vazio. A mente do ego acha que sabe quem você é e o que deveria estar fazendo. Esse “conhecimento” não lhe trouxe muito benefício. Em vez de “saber” você pode olhar para dentro para descobrir quem é. Você pode perguntar. Pode investigar. Pode dar um passo atrás e perguntar quem quer saber. Quem está observando o desenrolar da sua vida? Se você permitir que o foco nessa questão seja de suma importância, as metas e os devaneios da mente do ego atrofiarão. A mente do ego diz que você é um fracassado. Pergunte quem é o fracassado. Quem está pensando isso? Quem está percebendo? Observe que pensamentos e sentimentos surgem, mas tente perceber quem é que está percebendo. Observe os pensamentos mas não vá atrás deles. Esteja ciente dos sentimentos mas não tente racionalizá-los, compreendê-los ou escapar deles. Pensamentos e sentimentos surgem, mas você escolhe algum deles? Você não acorda escolhendo sentir-se deprimido e sem vontade de enfrentar o dia. Se tivesse o poder de escolher, acordaria radiante, entusiasmado com as possibilidades que o dia traria. Você não escolheu esses pensamentos. De onde eles vêm? Quem sabe? Tudo o que se pode saber é que você não é o responsável. Você poderia dizer que esse é o presente que o Divino trouxe nesta manhã. Agradeça e observe-o atentamente. Isso não está acontecendo com você. Simplesmente está acontecendo. Quem está percebendo isso?

Participante:

Parece dar muito trabalho. Por que é assim? Por que tenho que lutar todos os dias?

Resposta:

Você está falando por 99% das pessoas no mundo.

Participante:

É o que torna esta vida um pesadelo ao invés da bênção que deveria ser.

Resposta:

Aqui está a diferença. A maioria dos “noventa e nove por cento” diz que as coisas são simplesmente assim. Eles não têm consciência nem desejo de encontrar outro caminho. Mas não é aí que você está. Parece um inferno, mas é porque você está no meio-termo. Você está entre dois mundos. Você tem consciência do despertar espiritual e de que o mundo é uma bênção. Ao mesmo tempo sente-se atraído pelas promessas do ego de um paraíso na Terra. Mais cedo ou mais tarde você fará a escolha de deixar o ego de lado. A porta do Divino foi aberta para você. Boa sorte tentando fechá-la novamente. Enquanto isso, existe o inferno, que serve como seu próprio motivador. Você está sendo puxado em direções opostas e se sente dilacerado. Se tornar-se constantemente consciente de qual voz você está ouvindo parece difícil demais, apenas preste atenção no que está aqui. Use seus sentidos. Você adora cantar, então cante. Se quiser uma plateia, vá ao parque, ao metrô, ao shopping ou a qualquer lugar onde possa dar às pessoas a oportunidade de parar e ouvir. Todo o processo de despertar se acelera quando você realmente compreende que as metas do ego nunca lhe trarão o amor e a paz que você deseja.

A AÇÃO INSPIRADA E A PAZ NO MOMENTO PRESENTE

Participante:

Parece que você está falando sobre estar satisfeito com a aposentadoria ao invés de sentir que existe algo que eu deveria ser ou fazer.

Resposta:

Você perguntou por que o Michael consegue ter sucesso com o negócio dele. Esta é a reação dele à aposentadoria: “Graças a Deus, posso levantar todos os dias e simplesmente fazer o que eu quiser.”

Participante:

Mas ele planeja essas reuniões com antecedência, envia e-mails e consegue financiar aplicativos e outras coisas. Certamente há ações acontecendo na dimensão 3D.

Resposta:

Ele faz o que faz porque isso é sua alegria e paixão. Ele planeja as coisas porque, no momento, sente que adoraria fazê-las. Às vezes, as coisas são planejadas e ninguém responde. Sem problemas. Às vezes, planos lhe são oferecidos do nada. Se uma pessoa quer conversar, ele pergunta: “Quando?”. Eu já disse a ele para cobrar dinheiro. Ele não fica rico; o negócio ainda não deu lucro e ele trabalha de graça. Mas o dinheiro serve para publicar livros, manter um site e um canal no YouTube. Ele não se preocupa com dinheiro. Ele acompanha as finanças — afinal, ser contador já foi uma paixão não realizada —, mas simplesmente confia que o Universo cuidará de tudo. Ele fica feliz conversando com meia dúzia de pessoas, mas, se o universo quiser colocá-lo diante de grandes plateias, ele experimentará isso. O que importa é o seu próprio diálogo diário com a vida. Coisas interessantes sempre acontecem. Nem sempre foi assim para Michael; houve uma época em que ele também desejava o sucesso mundano. Mantenha o foco na meta do despertar. Nada mais importa.

Participante:

Certa vez, participei de uma conferência onde um dos palestrantes — o autor do livro Canja de Galinha para a Alma — disse que, se Deus colocou essa ideia na sua cabeça, como você ousa não honrá-la? Tenho dificuldade com isso porque recebi uma visão de alcance global, mas duvido da minha capacidade de realizá-la. Tenho essas grandes visões, lido com todas as minhas questões sobre ser capaz de concretizá-las e levar o plano ao mundo, mas não consigo ganhar tração alguma; sinto como se houvesse algo fundamentalmente ferido em mim que sabota a manifestação. Eu preferiria não ter essa visão global se não puder concretizá-la. Ocasionalmente as coisas acontecem, mas, na maior parte do tempo, sinto-me totalmente subutilizado.

Resposta:

Vamos examinar mais de perto o que é essa orientação divina. A ideia é que Deus colocou essa ideia na sua cabeça e, portanto, você deveria realizá-la. Você parece não conseguir concretizar o plano. Será que isso também não vem de Deus?

Participante:

Então sinto como se Ele estivesse brincando com a minha cara.

Resposta:

Repito: os dons de Deus não vêm com condições. Não existem “deverias” na Divindade. A questão é: “Qual é, realmente, a verdade sobre o que você quer?”

Participante:

Quero uma colaboração divina com outras pessoas em uma visão compartilhada.

Resposta:

Por que você quer isso?

Participante:

Porque traz uma sensação de vitalidade.

Resposta:

Então, você não se sente vivo?

Participante:

Não, sinto-me sem vida, apático.

Resposta:

A vitalidade está dentro de você, não lá fora, no mundo.

Participante:

Dizem também que nenhum homem é uma ilha, e essas visões são muito maiores do que eu. Não são coisas que eu consiga realizar sozinho.

Resposta:

Voltamos à questão de qual é a sua verdade.

Participante:

Ela parece ser uma personagem bem-intencionada, mas que luta para seguir em frente no teatro divino. Isso não me parece certo.

Resposta:

Vamos nos aprofundar nisso. Quem é que está vendo você e julgando a sua vida? Onde está esse ego que observa e avalia?

Participante:

Na minha mente?

Resposta:

Onde fica a sua mente?

Participante:

Acho que fica na minha cabeça, mas não sei ao certo.

Resposta:

Então, você é o seu corpo. Sem o seu corpo e a sua cabeça, não haveria consciência de nada?

Participante:

Parece que sim. É confuso manifestar-se em forma física e manter a consciência na unidade — em oposição a desfrutar da delícia da ilusão de separação, de poder ser um personagem distinto com desejos, preferências e idiossincrasias específicos como parte do jogo aqui. Parece algo que isola — ficar na unidade enquanto o resto do mundo corre por aí vivendo como indivíduos.

Resposta:

Na peça, cada personagem pode vivenciar tudo isso e, ainda assim, saber que é apenas um papel e não a verdade sobre quem ele é. Abrir mão da posse do corpo e do controle do roteiro não significa que não exista mais uma personalidade distinta. Não significa separação, solidão ou falta de participação no jogo da vida. Na verdade, há uma vivacidade e uma ausência de medo maiores ao se lançar no jogo, porque não há nada a perder. Não há um lugar aonde chegar, apenas o ato de jogar o jogo. Você consegue fazer tudo isso porque sabe que a sua verdade não é esse personagem. É simplesmente o papel que está sendo desempenhado. Você acredita que é realmente esse personagem?

Participante:

Acho que sim.

Resposta:

Mais cedo ou mais tarde, essa fisicalidade que você acha que é, morrerá. Você deixará de existir então?

Participante:

Parece que sim. Também parece que a história da morte pode ser verdadeira ou não. Se chegarmos a uma encarnação que realmente amamos, deveríamos ser capazes de permanecer nela indefinidamente.

Resposta:

E você conheceu muitas pessoas que estão fazendo isso, certo?

Participante:

Não, não conheci. (risos). Não conheci muitas pessoas que pensam como eu.

Resposta:

Essa questão nos traz de volta à pergunta sobre se você é esse personagem ou se está simplesmente observando esse personagem.

Participante:

Devo ser alguém que observa esse personagem. Acho que o observador torce para que o personagem realize seus sonhos.

Resposta:

Quem está observando o observador torcer pelo personagem? Vamos usar a metáfora do cinema. O personagem é o filme e o observador é a plateia. Torcer não fará nenhuma diferença no que acontece na tela. O personagem agirá e reagirá, e os eventos acontecerão como acontecem. A plateia não tem controle algum.

Participante:

Eu achava que era o roteirista/diretor.

Resposta:

Se fosse esse o caso, por que você não está escrevendo um roteiro em que a personagem supera seus sonhos?

Participante:

Não sei! Esse é justamente o ponto!

Resposta:

Ao que parece, você não é o autor. Se você não gosta disso, quem é que está percebendo? Afaste-se um pouco mais.

Participante:

O produtor executivo? (rindo)

Resposta:

E quem está por trás dele?

Participante:

Ah! Meu Deus! (muitas risadas). Deus está atrás de mim. É disso que a Bíblia fala quando menciona o Deus vingativo. É com ele que estou lidando. Ele está brincando comigo.

Resposta:

Temos outro termo para isso. Chamamos de projeção. Você vê um Deus vingativo porque não quer ver a si mesma como alguém culpado e vingativo. Isso permite que você se livre de certa culpa, mas o coloca na posição de vítima indefesa. Quem poderia sair vitorioso contra esse super-herói?

Participante:

Por que estou me sabotando?

Resposta:

Essa é a questão. Vamos olhar para dentro e examinar isso. A mente do ego quer enquadrar tudo na pergunta: “Por que isso está acontecendo?”. Se a verdade é que você mesmo está fazendo isso, a pergunta passa a ser: “Quem sou eu?” e “Por que estou fazendo isso?”.

Participante:

Mais cedo você disse que eu não tenho controle.

Resposta:

Isso se referia ao seu “eu” do ego, não ao seu “eu” divino. Se a verdade sobre quem você é — o filho amado de Deus, criado à imagem do Criador — for real, então quem é essa pessoa que finge não ser isso? Quem é que diz: “Papai não me aprova”? Quem diz: “Menino mau. Eu lhe dei todos esses dons e você os desperdiçou”? Essa é simplesmente a mente do ego julgando a si mesma e considerando-se indigna. O Papai diz: “Nós amamos você, não importa o que faça. Você não pode nos decepcionar. Não há condições. Você é livre para fazer o que quiser a cada dia. Nada o controla. O passado não importa. O futuro está garantido. Apenas aproveite o que está aqui”. Quem é esse personagem que recusa esse presente, dizendo que não é bom o suficiente, que não merece, que precisa provar seu valor? A mente do ego acha que sabe como a vida deveria ser e, se não for assim, algo está errado. Pelo contrário, a vida está sempre trazendo exatamente a coisa perfeita. Não poderia ser de outra forma, pois tudo vem de Deus. No entanto, a mente do ego se recusa a aceitar isso; não quer nem olhar; certamente não abre o presente nem experimenta o que há nele. O seu “eu” do ego se recusa a reconhecer o seu “eu” divino, que é quem está enviando esses presentes.

Participante:

Então, como deixo de atrapalhar a mim mesmo?

Resposta:

Desista. Abra mão de todas as metas, sonhos e ideias sobre como as coisas deveriam ser e como você deveria ser. Em vez disso olhe ao redor para ver o que realmente está aqui agora. O que o seu “Eu Divino” reserva para o seu “eu pequeno” hoje?

Participante:

Então, eu sou bom o suficiente para este momento perfeito e divino, seja ele qual for.

Resposta:

É exatamente como deve ser, trazendo o que você realmente deseja.

Participante:

Então, é isso que eu realmente quero, mesmo que não pareça com o que eu imaginava.

Resposta:

Por exemplo, você passou quantos anos tentando fazer, ser e ter algo que não funcionou como você pensava que queria? Mas você é Divino; portanto, aparentemente, o que você dizia a si mesmo que queria não era o que realmente desejava. Se fosse, teria se concretizado. Se você quer se sentir amado, não sentirá isso alcançando o sucesso. Como dizem: as mesmas pessoas que bajularam você na subida vão chutá-lo na descida. Elas não o amam. O amor não pode ser conquistado. Se você quer sentir amor, então ame. Ame a si mesmo. Olhe para dentro e examine todas as crenças do ego sobre não ser digno de amor. De onde elas vieram? Você foi condicionado. Busque a verdade da sua inocência, da sua natureza Divina. Ame cada momento, tudo o que está em sua vida. Esteja absolutamente presente. Veja a beleza ao seu redor. Nada precisa acontecer para que você se sinta amado. Como você pode observar um pássaro ou as nuvens sem sentir o amor de Deus?

Participante:

Então eu estou sendo mal orientado.

Resposta:

Sim, mas você não está sozinho. Você tem muita companhia. Isso não é uma falha. Todos os outros são tão infelizes quanto você. Muitos são bons em esconder isso. Achar que eles se sentem felizes e bem-sucedidos é uma projeção sua. Você não precisa continuar seguindo essa orientação equivocada. Repito: a mente acha que sabe o que quer, mas alcançar essas metas não trará sentimentos de paz, amor e alegria em cada momento. Esses sentimentos estão disponíveis para você aqui e agora, independentemente do que você esteja fazendo ou do que esteja acontecendo. Busque diretamente seus desejos verdadeiros, não as coisas que você acha que o levarão até eles. Essas coisas são sempre miragens. A cada dia, ao despertar, olhe ao redor e veja o que está aqui, agora. Esqueça os planos ou a preocupação com o que você fez ou deixou de fazer ontem. Vá com calma. Vivencie seu mundo com todos os seus sentidos. Se perceber algo que deseja fazer, faça. Certifique-se de que a ação venha da paixão, e não da busca por um resultado. Se surgirem pensamentos ou emoções perturbadores permita que estejam presentes. Não escolha agir com base neles nem alimentá-los. Não tente impedir, reprimir, racionalizar ou mudar os sentimentos. Apenas observe-os. Veja como eles se transformam. Constantemente. Para sempre. Nada disso é criação sua. Relaxe e aproveite o espetáculo.

Participante:

Então, em relação ao que você age? O que é uma ação inspirada?

Resposta:

Quando você sente paixão. Quando tudo está absolutamente claro. Quando você simplesmente sabe. Quando a ação está ligada apenas ao fazer, e não a um resultado. Fazer isso agora traz alegria agora.

Participante:

Então, você está dizendo para simplesmente fazer o que quer que haja…

…o impulso de agir no momento, sem julgar nem avaliar se isso está me aproximando de algo.

Resposta:

Se você tem paixão por algo, agradeça a Deus por esse dom neste momento. Não há nada para o qual você precise se aproximar. Imagine cada momento da sua vida sendo vivido em função da sua paixão.

Participante:

Então trata-se apenas de fazer o que traz alegria. Se eu tiver que correr atrás disso, não é para mim.

Resposta:

A menos que haja alegria nessa busca.

Participante:

Não há alegria na busca.

Resposta:

Já haverá coisas suficientes surgindo em sua vida que talvez sejam um desafio aceitar. Por que escolher coisas extras?

Tudo bem agora.

Sanhia/Espírito

Canal: Michael Hersey
Fonte primária: https://channelswithoutborders.com/monthly-message-archive/                                                     
Fonte Secundária: https://eraoflight.com/2026/08/02/sanhia-why-can-i-never-reach-my-goals/v    
Tradução:  Sementes Das Estrelas / Iara L. Ferraz

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Sobre o autor (a)

Neva (Gabriel RL) é uma consciência estelar de Alfa Centauri e walk-in atuante como embaixadora do Comando Ashtar na Terra. Herdeira de uma linhagem milenar de videntes xamãs, sua missão é a integração corpo-alma-espírito através da cura e elevação das Sementes das Estrelas na entrega das suas origens estelares. Especialista em Registros Akáshicos, Projeto Terra, Geometria Sagrada, Magia, Prosperidade e Alquimia, funde mediunidade com terapias integrativas como Constelação Sistêmica, Cristaloterapia, Aromaterapia e outras terapias profundas. Escritora e mentora, Neva dedica-se à expansão da consciência e prosperidade cósmica, unindo forças estelares e terranas para orientar a humanidade em momentos cruciais de transição planetária através do autoconhecimento e da ética galáctica. Veja a biografia completa de Neva

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