
Certos finais são formas de proteção divina. Você pode não entender isso enquanto estiver imerso na dor, na confusão ou na decepção do momento, mas existem linhas do tempo que precisam se encerrar porque continuar nelas só reforçaria padrões antigos, medos e apegos. O que parece ser a vida tirando algo de você pode, na verdade, ser o Espírito criando espaço ao seu redor.
ONDE O MEDO AINDA CONTROLA SUAS ESCOLHAS
Tudo que se manifesta em sua realidade carrega o potencial de expandir sua consciência. Cada relacionamento, cada atraso, cada decepção e cada mudança inesperada podem revelar algo sobre a que você ainda está apegado. A vida continuamente lhe mostrará onde o medo controla suas escolhas, onde você busca segurança fora de si mesmo e onde você se tornou dependente de pessoas, resultados ou circunstâncias específicas para se sentir completo.
O propósito mais profundo dessas experiências é a libertação. A consciência deseja se libertar de tudo que limita sua expressão através de você. Às vezes, essa expansão ocorre ao recebermos o que desejamos, e outras vezes ao vermos algo que desejávamos desaparecer. A graça nem sempre chega da forma que esperamos.
CONFIE NO QUE SE FECHA
Acredite que algumas portas se fecham porque existe outro caminho além da sua percepção atual. Acredite que algumas pessoas vão embora porque o contrato entre vocês cumpriu seu propósito. Acredite que o que parece ser uma ruptura pode, na verdade, ser o desprendimento de uma realidade que você já superou.
Você não precisa compreender todo o plano cósmico do ponto onde está agora. Continue em movimento. Continue se desapegando. Continue permitindo que a vida o liberte do medo e do apego. Eventualmente, você poderá olhar para trás e reconhecer que a existência nunca conspirou contra você. Ela o guiou continuamente em direção a uma maior liberdade. Tudo estava e está acontecendo para o seu bem.
Autor/Canal: Craig Woods
Fonte primária: https://www.facebook.com/share/p/19bqVvBKBg/
Fonte secundária: https://eraoflight.com
Tradução: Sementes das Estrelas / Isadora Delya Damasceno Branco
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