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segunda-feira, 21 de maio de 2018

A LINHA ESPANHOLA: O CONVENTO, AS FREIRAS E O INCÊNDIO



Alguns séculos atrás, havia um convento na Espanha, com mulheres de idades variadas. Eram freiras, madres e mulheres que se dedicavam ao sacerdócio, até o final de suas vidas. Era um grande convento, com mais de trezentas (300) mulheres. Muitas naquele ambiente, inclusive a maior parte delas, estavam ali contra a vontade de seus corações. Como foi o caso de uma delas, a chamada Penélope, que depois do desencarne de seus pais, causado por uma epidemia, passou a morar com os avós. E eles a conduziram para o convento, acreditando ser a melhor escolha para ela. Porém, ao chegar ao convento, mesmo após passar alguns anos naquele contexto não se adaptou e desejava intensamente não mais estar ali. 

Alguns padres e homens do sacerdócio chegavam em caravanas e visitavam o convento frequentemente, levando livros debaixo do braço. E Penélope se apaixonou por um rapaz dentre aqueles padres, que se chamava Paolo, e tentou se aproximar dele cada vez mais. Paolo ao perceber o que estava acontecendo tencionava retribuir os olhares, porém tinha medo de se aprofundar naquele sentimento, pois seria completamente contra as regras, o que certamente poderia lhe causar grandes consequências. Então suprimia interiormente seus sentimentos por ela. Era um rapaz de personalidade forte, mas que também foi obrigado pelos pais a seguir aquele caminho desde muito jovem. Tanto que, na encarnação atual de Paolo, ele não tolera de forma alguma imposições violentas, pois ainda traz dentro de si um pouco da opressão e obrigações contra sua vontade interna. 

Com o passar dos anos, Penélope passou a sentir gradativamente mais incômodo com a sua rotina no convento, não se identificava com o que ali era ensinado e praticado e imaginava como sua vida poderia ser se estivesse em outro lugar. Penélope também tinha forte mediunidade, via espíritos, comunicava-se com eles, mas guardava isso consigo, pois sabia que seria ironizada por muitos. Em uma oportunidade, conversou com um espírito que lhe apareceu. Era um jovem de uns 20 anos, cabelos meio escondidos pela túnica que vestia, mas dava para ver um tom prata naqueles cabelos. O olhar era muito familiar, mas ela não conseguia entender o sentimento interno que dizia que ela já o conhecia e, ao mesmo tempo, sentia-se confortável em sua presença. Ele a alertou para certos movimentos que poderiam acontecer se ela não mantivesse a calma, que ela deveria confiar que estava ali para um propósito e, de fato, estava. Ela, Penélope, havia ido ali para, realmente, libertar aquelas almas da opressão, para inspirá-las ao amor-próprio e à soberania inata. Porém, as pressões daquela época acabaram levando esse trabalho para um caminho um pouco doloroso, o que não é motivo de nenhuma condenação a esse espírito abençoado, chamado na época de Penélope, que deu sua vida para essa tarefa. Nunca mais ela voltou a ver esse espírito que lhe apareceu. Acordou no outro dia apenas imaginando ter sido um sonho. O espírito era o de Zero i. 

Penélope tinha uma personalidade difícil: era destemida, iracunda e questionava constantemente as situações que discordava. Isso desencadeava, vez ou outra, o envolvimento em certos conflitos com as regras estabelecidas pelas suas madres superioras. Dentro do convento, havia vários grupos e subgrupos regidos cada um por uma líder. Penélope percebia a insatisfação daquelas mulheres que também estavam ali contra suas vontades e, em um determinado momento, começou a planejar uma fuga do lugar. Não apenas para ela, mas para uma grande quantidade de freiras, as que desejassem o mesmo. Ela contatou a líder do grupo onde estava inserida, mas esta não concordou. Então, passou a contatar as outras líderes, a fim de fazer uma espécie de rebelião para que pudessem não apenas “fugir”, mas se libertar daquele cenário, que se assemelhava a uma prisão. Dentre as líderes, contatou a Madre Herondina, que também não concordou. Apesar de algumas não concordarem, muitas a apoiaram, entre elas Margareth, uma amiga inglesa que havia chegado bem jovem ao convento. Ângela e Catarina, apesar de serem suas amigas, não a apoiaram. Miriam, uma das madres superioras de um dos grupos, também não a apoiou, assim como Herondina. Assávio era muito amigo de Paolo e quando este lhe contou o que Penélope iria fazer, ele também não a apoiou. Paolo sim, a apoiou e queria estar perto para ver; só que quando ele chegou, todo o espaço estava tomado pelo fogo. 

Depois de contatar as outras freiras, Penélope planejou uma distração, algo que fizesse todos focarem a atenção em um único ponto e elas conseguissem seguir com seu plano. Ocorreu que em uma noite escolheram um dos banheiros para iniciar um aparente fogo acidental, que pudesse ser facilmente apagado, servindo de distração. Porém, ao iniciarem o fogo, este rapidamente dominou não apenas o banheiro, mas começou a invadir todos os outros ambientes, se transformando em um grande e incontrolável incêndio. Quando isso aconteceu, Penélope viu-se desesperada, sentindo um profundo aperto em seu coração, pois não imaginava que pudesse terminar dessa forma ou que alguém viesse a se machucar. Então, ela e as outras que planejavam fugir viram a emergência daquelas mulheres e decidiram ficar, para ajudá-las o quanto possível. Após o ocorrido, naturalmente, as freiras procuraram entender o início daquele fogo e então Penélope passou a ser um grande alvo de acusações e responsabilidades por aquela calamidade.

Muitos desencarnaram, muitos ficaram gravemente feridos e queimados. Todo o convento foi destruído, vindo abaixo horas depois. Penélope feriu-se muito tentando salvar quantos pudesse, ajudada por aquelas que a apoiaram. As que não a apoiavam dividiam-se entre revolta e compaixão. Margareth e Paolo, depois de tudo aquilo, convenceram Penélope a ir com eles, pois ela seria, certamente, massacrada pela Igreja e por aqueles que nutriam revolta por todo aquele movimento. Viajaram para Itália, permanecendo ali, morando juntos por muitos anos. Margareth adoeceu de um problema no pulmão e desencarnou tempo depois. Paolo, obviamente, abandonou o sacerdócio. Os pais dele o deserdaram e ele tocou a vida sendo um bom corretor de textos e tradutor de latim. Penélope passou anos atormentada, sem passar uma noite sem que não sonhasse com o acontecido. Desencarnou velha, cansada e triste, sentindo-se muito culpada, e ainda sendo atormentada por alguns espíritos de algumas freiras que morreram no incêndio. 

Atualmente, os principais personagens citados neste relato estão encarnados no Plano Terrano e atuando dentro do PVSE, trabalhando junto a mim; outros estão nas zonas astrais, tanto inferior como superior do Plano Terrano e ainda outros já retornaram às suas origens. É assim… As Forças da Luz sempre dão um jeito de reunir esses personagens para que, juntos, revejam essas linhas e as transformem completamente. Aqui não há inimigos, há seres que recebem dos céus a oportunidade de se reverem, de se reconhecerem e se abraçarem apoiando-se mutuamente, para que juntos possam rever velhas histórias e juntos construírem novas. 

O P1 também chama a todos os que se sentirem sintonizados com essa história a se unirem, em Amor, à Penélope e a todos os personagens desse movimento ajudando-os nesse trabalho de iluminação desta linha. Apesar de todos os personagens citados aqui estarem trabalhando junto a mim e eu saber quem são cada um deles, você que, neste momento, lê esse relato pode ser um dos que não foram citados aqui e se sente chamado a ajudar nessa iluminação, cujo status será mostrado nas Notas do Plêiades 1 (P1). Conecte-se, então, com esse movimento levando todo seu Amor para esta linha. 

Um Símbolo Geométrico que representa a iluminação desta linha foi canalizado. É este que ilustra essa publicação.

Uma página oficial foi criada por Penélope (que hoje não usa o mesmo nome) para a iluminada lembrança da elevação desta linha. Esta está disponível aqui: http://www.sementesdasestrelas.com.br/2016/11/pleiades-1-chamada-aos.html (Procurar por: A LINHA ESPANHOLA: O CONVENTO, AS FREIRAS E O INCÊNDIO).

A seguir, há uma sugestão de meditação / visualização, que foi intuída por Penélope, específica para a iluminação desta linha:

- Procure um lugar silencioso e tranquilo, onde possa sentar-se confortavelmente, mantendo a coluna ereta.

- Inspire lenta e profundamente. Segure o ar por alguns segundos e então expire suavemente pela boca. Repita esse movimento 3 vezes ou mais, até sentir-se completamente relaxado.

- Peça ao querido Arcanjo Miguel para envolver você em proteção divina. Visualize uma linda Luz Azul em volta de você, protegendo de toda e qualquer influência externa que não seja Amor.

- Convide também o amado Mestre Saint Germain, a Legião de Anjos do  Arcanjo Zadkiel e todos os mestres que trabalham com a energia da Chama Violeta Sagrada, para trazerem até aqui a irradiação e a poderosa força transmutadora deste raio.

- Visualize o convento na Espanha. Entre e passeie pelos corredores e aposentos. Veja todas as freiras, madres superioras e padres que as visitam, em plena harmonia. Todos naquele ambiente estão movidos pelo desejo de seus corações, optaram amorosamente por estar ali e contribuem como podem para que possam auxiliar não somente o convento, mas todas as pessoas que chegarem até eles.

- O principal ensinamento naquele ambiente é o Amor. E isso transparece nos rostos das madres e freiras. Ao conectarem-se com o Amor, que é a essência de todos os seres, elas compreendem os profundos desejos da alma, usando isso como uma bússola. Sendo assim, não há imposição alguma, pois todas estão sempre agindo intuitivamente. Quando sentem que devem iniciar novos projetos dentro dos grupos, assim o fazem e auxiliam muitos, bem como quando sentem que devem sair daquele lugar para seguir outro caminho também são apoiadas. Há liberdade, há empatia, há Amor se expressando das mais diversas maneiras.

- Agora, visualize a Sagrada Chama Violeta flamejando em todos os ambientes, deste o chão até acima do teto, e também envolvendo todas as pessoas que aparecem na cena. Veja cada cômodo, ande pelos corredores, sorria para as pessoas e receba sorrisos de volta, enquanto todo o convento é irradiado por Chama Violeta, através da Luz violeta que sai de suas mãos e das mãos dos Mestres do 7º raio presentes. Mantenha-se nessa visualização por um momento, até sentir que todo o lugar foi iluminado.

- Por fim, use o símbolo de iluminação desta linha (que ilustra esta publicação). Desenhando no ar ou olhando para o símbolo durante alguns minutos.

- Agradeço a participação de todos os queridos mestres nessa meditação, com suas contribuições amorosas e intenções positivas. Agradeço também à Sagrada Chama Violeta, ao Mestre Saint Germain, todos os Anjos e seres da Chama Violeta e também à Proteção Divina de Arcanjo Miguel. Graças a Deus!

Queridos personagens dessa linha de tempo, sejam todos muito bem-vindos! Que esse reencontro marque a força da unificação e iluminação! Eu fico sempre muito honrado em poder ser o transmissor dessas histórias reais e lhes dar a oportunidade de saberem um pouco mais do seu passado neste Planeta. Que Jesus possa continuar me abençoando para que eu também possa abençoar quantos eu puder, através de informações que venham a ajudar cada vez mais a unificação dos povos e a iluminação das consciências! Graças a Deus!

É até onde Jesus me permite ver e transmitir. 

Gabriel RL

Em uma nota final, meus queridos, algumas pessoas estão criando páginas usando os nomes de alguns relatos que eu estou trazendo, dizendo serem elas os representantes desses movimentos. Alerto que, todas as páginas oficiais desses movimentos ficam disponíveis no link a seguir, e qualquer uma que NÃO esteja nessa lista eu não me responsabilizo pelas informações entregues: http://www.sementesdasestrelas.com.br/2016/11/pleiades-1-chamada-aos.html


REVIÃO DE TEXTO: MARILENE P. COSTA E SOLANGE YABUSHITA 

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Amor e Bênçãos,

Gabriel RL 

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