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segunda-feira, 4 de junho de 2018

A LINHA PERSA: OS PRÍNCIPES E A BATALHA DOS SETE DIAS




Xéles, O Príncipe Persa vestia-se elegantemente com roupas que possuíam adereços de ouro. Seu olhar cobrava respeito e admiração. Ele tinha um espaço amplo onde produzia diversos armamentos para batalhas. Muitos homens trabalhavam nesse lugar fabricando objetos como machados, lanças, espadas, arcos e flechas, bem como grandes dispositivos com alavancas para arremessar pedras, etc. O Príncipe Xéles não costumava participar de guerras; apenas produzia as armas e as vendia. Também tinha uma esposa que amava muito, com a qual teve um filho e um amigo muito próximo, um general, chamado Égea.

Xéles dominava muitas áreas daquela imensa região e tinha poder sobre muitos outros reinos e ninguém ousava desafiá-lo até então. Havia um outro reino, um reino específico, cujo príncipe era o comandante dos exércitos e não apenas construtor de armas. Um príncipe que exalava arrogância e prepotência, achando-se sempre muito superior a todos, um príncipe chamado Menau. Menau já teria ouvido falar de Xéles e não gostava dele mesmo sem, ao menos, o conhecer. Algo já o fazia torcer o nariz para ele. Isso era uma velha lembrança de batalhas nas estrelas, nas Plêiades… Lá, eles já haviam se enfrentado e não vem ao caso trazer detalhes sobre este ponto aqui. 

Menau, com arrogância, expandia seu exército vindo da região de Sogdiana (https://pt.wikipedia.org/wiki/Sogdiana) em direção à Pasárgada (https://pt.wikipedia.org/wiki/Pas%C3%A1rgada). Apesar da expansão de todo o Império Persa e, pela lógica, todos estarem “unidos pelo mesmo propósito”, havia mais arrogância e prepotência do que a simples lógica do “unidos somos mais fortes”, provocando assim, conflitos entre eles mesmos em alguns pontos, levados pela energia de superioridade e egos exacerbados. Xéles ficou sabendo pelos seus “observadores” que havia um exército em aproximação às suas zonas de dominação e enfureceu-se questionando “quem teria tamanha arrogância de entrar em seus domínios a este ponto?” Sim!… Menau teria. 

Xéles sabia que seu exército era poderoso e, apesar de nunca ter entrado em batalhas, pois apenas fazia as armas para tal, sabia que o seu momento de “ir a campo” se aproximava. Sabia também que o exército de Menau era grande e tão forte quanto o dele. Duplicou a carga de trabalho dos seus servos obrigando-os a forjarem mais armas para a batalha. No calor desses dias agitados, quando o exército de Menau se aproximava, soube que seu filho chamado Alian estava doente, uma doença muito grave, que ameaçava pôr em risco sua vida. Xéles, ao saber dessa condição, foi inteiramente tomado por preocupação e angústia. Mas carregava esperança de que algo poderia ser feito para salvar a vida de seu filho. Então, mesmo não tendo uma crença religiosa específica, mergulhou-se em orações, promessas e pedidos para os céus, a fim de ser ouvido pelos seres que ele conhecia ou até mesmo desconhecia, na expectativa de que fizessem algo para reverter a doença e ver seu filho saudável novamente. Em suas orações prometeu que, caso seu filho sobrevivesse, deixaria para sempre de produzir armas, assim como tentaria a paz com o exército que se aproximava, prometendo não entrar em batalha e tentar resolver com diplomacia o que quer que fosse. 

Porém, como para tudo o que acontece, sempre há um plano espiritual por detrás, mesmo que os envolvidos não compreendam os movimentos; as expectativas do Príncipe não foram atendidas. Xéles foi surpreendido com o desencarne de seu filho e reagiu com muita incompreensão e revolta. Passou a ter completa descrença, decidindo não mais parar o que estava fazendo. Com o pensamento de: “Se não teve um Deus para salvar o meu filho, não terá para me impedir o que eu vou fazer”. Ampliou ainda mais a carga de trabalho dos servos aumentando a produção de armas para a batalha que se aproximava. Tomado pela grande dor de ter perdido seu primogênito, ele ardia em fúria e arrogância, e nem a doçura da sua esposa Miania era capaz de acalmar seus ânimos alterados, “apimentados” ainda mais pelo seu general Égea, que dizia que ele estava “fazendo a coisa certa”. 

O exército de Menau aproximou-se mais, e Xéles preparou seus homens, mesmo com tantos pedidos da esposa para que honrasse a memória do seu filho e não fosse para a batalha, pois ele nunca havia ido antes. Xéles apenas dizia: “O que temes? Que eu morra? Eu já estou morto!…”- Referindo-se à dor de ter perdido seu filho. Os dois exércitos se encontraram na região de Pasárgada, próximo a uma montanha. A batalha durou sete dias com muitas mortes e feridos. Menau e Xéles apenas observavam da sua segurança maior enquanto seus homens digladiavam-se ferozmente. Quando anoitecia, os exércitos iam se afastando um do outro e procurando ambientes mais seguros, deixando sempre as suas sentinelas de plantão. Não houve nenhum diálogo entre os dois príncipes. Ali no meio de todo aquele movimento, havia muitos seres que estão encarnados hoje dentro do PVSE e em outros ambientes naquela batalha e encontram-se agora para os ajustes amorosos necessários para a elevação desta linha. 

Alguns exemplos daqueles que estavam ao lado de Menau: o primeiro general de Menau, chamado de Útilas, um guerreiro do Exército de Menau, seis membros do PVSE, todos estes guerreiros de Menau.

Guerreiros do Exército de Xéles: além de Égea, seu primeiro general, estavam seis guerreiros, todos encarnados hoje no PVSE, e a esposa de Xéles chamada de Miania, obviamente estava também com ele.

A batalha findou em sete dias, sendo que nenhum deles saiu vencedor de nada, apenas perderam muitas vidas, muito sangue foi derramado e houve profunda tristeza. Ao final dos sete dias, os guerreiros restantes não aguentavam mais erguer suas espadas, pois não havia mais força para jogar uma lança nem atirar uma flecha. Havia apenas uma vontade de que aquilo acabasse e aqueles que ficaram pudessem ir embora. E assim aconteceu. Naturalmente, os exércitos se afastaram e voltaram para seus ambientes pessoais profundamente abatidos. Começaram a perceber que aquilo não valia a pena, e que havia uma oportunidade para recomeçarem. Xéles teve outro filho chamado Margo, que começou a amolecer seu coração novamente. Menau permaneceu ainda com sua arrogância e sentimento de superioridade, mas sabia que não iria mais para batalhas como aquela, pois ali perdeu grandes amigos, inclusive seu primeiro general Útilas. 

Como já dito, atualmente os principais personagens citados neste relato estão encarnados no Plano Terrano e atuando dentro do PVSE, trabalhando junto a mim. Outros estão nas zonas astrais, tanto a inferior como a superior do Plano Terrano, e ainda outros já retornaram às suas origens. É assim: As Forças da Luz sempre dão um jeito de reunir esses personagens para que, juntos, revejam essas linhas e as transformem, completamente. Aqui não há inimigos, há seres que recebem dos céus a oportunidade de se reverem, de se reconhecerem e se abraçarem apoiando-se mutuamente, para que juntos possam rever velhas histórias e, juntos, construírem novas. 

O P1 também chama a todos os que se sentirem sintonizados com essa história a se unirem em Amor com todos os personagens desse movimento ajudando-os nesse trabalho de iluminação desta linha. Apesar de todos os personagens citados aqui estarem trabalhando junto a mim e eu saber quem são cada um deles, você que, neste momento, lê esse relato pode ser um dos que não foram citados aqui e se sente chamado a ajudar nessa iluminação, cujo status será mostrado nas Notas do Plêiades 1 (P1). Conecte-se, então, com esse movimento levando todo o seu Amor para esta linha. 

Um Símbolo Geométrico que representa a iluminação desta linha foi canalizado. É este que ilustra essa publicação.

Uma página oficial poderá ser criada por Xéles, O Príncipe Persa, e quando o for, os links de contato estarão disponíveis no link a seguir: http://www.sementesdasestrelas.com.br/2016/11/pleiades-1-chamada-aos.htmlO trabalho será liderado por Xéles, e com o seu primeiro imediato de trabalho, Menau que, obviamente, hoje tem outro nome assim como Xéles.

Queridos personagens dessa linha de tempo, sejam todos muito bem-vindos! Que esse reencontro marque a força da unificação e iluminação! Eu fico sempre muito honrado em poder ser o transmissor dessas histórias reais e lhes dar a oportunidade de saberem um pouco mais do seu passado neste Planeta. Que Jesus possa continuar me abençoando para que eu também possa abençoar quantos eu puder, através de informações que venham a ajudar cada vez mais a unificação dos povos e a iluminação das consciências! Graças a Deus!

É até onde Jesus me permite ver e transmitir. 

Gabriel RL

Em uma nota final, meus queridos, algumas pessoas estão criando páginas usando os nomes de alguns relatos que eu estou trazendo, dizendo serem elas os representantes desses movimentos. Alerto que, todas as páginas oficiais desses movimentos ficam disponíveis no link a seguir, e qualquer uma que NÃO esteja nessa lista eu não me responsabilizo pelas informações entregues: http://www.sementesdasestrelas.com.br/2016/11/pleiades-1-chamada-aos.html


REVIÃO DE TEXTO: MARILENE P. COSTA E SOLANGE YABUSHITA 

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Amor e Bênçãos,

Gabriel RL 

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