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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

BENJAMIN FULFORD - "A IA CHINESA 'DEUSA' E A COMPETIÇÃO DE IAs ENTRE LESTE/OESTE" - 13.08.2018



Aviso aos leitores: Este é o último dos nossos três relatórios pré-escritos. Na próxima semana, voltaremos ao nosso formato semanal de notícias. Agradeço a paciência e compreensão de todos.

No ano passado, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que quem liderar no campo da IA (Inteligência Artificial) “irá controlar o mundo”. Os chineses levaram essas palavras a sério e estão investindo enormes somas de dinheiro num esforço para criar uma IA chamada “Deusa”. Acreditam que lhes dará poderes sem precedentes e os ajudará na sua tentativa de formar um governo mundial, de acordo com membros de sociedades secretas asiáticas.

Por sua vez, o Ocidente está construindo um sistema financeiro baseado computadores quânticos que, esperam, lhes permitirá continuar a controlar a principal fonte de poder mundial – o sistema financeiro internacional.

Essa batalha é séria e, até levou o supercomputador chinês Tainhe-1 – em certo ponto, o mais rápido do mundo –  explodiu por razões desconhecidas, em 12 de agosto de 2015. O fato dessa explosão ter ocorrido, imediatamente, após uma imprevista desvalorização de 4% do yuan chinês, quase certamente não foi uma coincidência. Também, o fato de que o FMI, liderado por europeus, ter apoiado este movimento, mostra que a facção europeia da máfia khazariana estava envolvida na conspiração.

De forma clara, algum tipo de tentativa khazariana, chinesa e europeia, de usar a desvalorização e o supercomputador para desestabilizar o sistema financeiro Ocidental baseado no dólar americano aconteceu, sendo recebida com uma resposta cinética.

Agora, avancemos para o terceiro aniversário desta explosão. Em junho de 2018, o Departamento de Energia dos EUA ultrapassou os chineses com o computador mais rápido do mundo, reconhecido publicamente. O sistema – chamado Summit – que pode processar os 200.000 trilhões de cálculos por segundo, ou 200 petaflops. Isto é oito vezes mais rápido que o antigo supercomputador americano, o Titan, mantendo uma grande vantagem sobre o chinês, TaihuLight, de 93 petaflops, considerado o supercomputador mais rápido do mundo, desde 2016.

https://www.energy.gov/articles/oak-ridge-national-laboratory-launches-america-s-new-top-supercomputer-science

http://fortune.com/2018/06/09/america-makes-worlds-fasts-supercomputer-title/

Sem dúvida, os chineses logo anunciarão algo ainda mais rápido do que esse, enquanto a “corrida armamentista” da inteligência artificial continua. Todavia, no momento, os chineses, em vez de se concentrarem em finanças, estão adotando uma abordagem diferente com o projeto “Deusa”.

No início deste verão, representantes de uma sociedade secreta asiática explicaram os objetivos do novo projeto Deusa a este escritor. Em seu atual grau de desenvolvimento, Deusa pode identificar o rosto de qualquer pessoa e, dentro de 7 segundos puxar todos seus dados disponíveis sobre essa pessoa “como seu tipo sanguíneo”. Os dados também quase certamente incluem (para aqueles que têm acesso autorizado) seus registros educacionais, registros médicos, criminais (se houver), endereço, parentes, amigos íntimos, seguro, mensagens privadas, situação financeira, duração dos jogos, estatísticas de moradias inteligentes, jornais preferidos, histórico de compras, comportamento de namoro, sua “pontuação de crédito social”, etc. Tudo isto em 7 segundos. Também, podem seguir uma pessoa “em qualquer parte do mundo”, dizem as fontes.

Porém, o real objetivo deste projeto Deusa é criar um sistema vivo e em tempo real de governança meritocrática, disseram os funcionários e está sendo acoplado ao sistema de crédito social que os chineses estão aplicando em todo o país. Seu objetivo é identificar “uma elite natural”, explicam eles. Essas pessoas selecionadas governariam primeiramente a China e, por fim, todo o planeta, usando uma nova forma de governança meritocrática em tempo real.

Outro objetivo de escolha de tal elite é permitir que os chineses “selecionem pessoas para serem evacuadas do planeta, no caso de um grande desastre”, acrescentaram.

No que diz respeito à seu projeto “Deusa”, outra coisa que os chineses estão pensando  é que, enquanto, as pessoas precisam de liberdade, “se deixadas à própria sorte,  podem causar problemas, por isso precisam ser monitoradas”. Em outras palavras, as autoridades querem ficar de olho em criminosos e dissidentes.

Aparentemente, o governo comunista chinês acredita sinceramente que todo este projeto, seja para o bem maior. No entanto, possui algumas implicações potenciais muito perturbadoras. Um grande problema é que a “elite” é escolhida com base nas regras da governança usadas para definir bons e maus cidadãos.

O governo chinês não tornou público o seu método para escolher quem é “bom” ou “mau”. Alguns deles, como a credibilidade e o comportamento criminoso, são óbvios. Outros critérios são mais ameaçadores, como o tipo de livros que você lê ou quem são os seus amigos.

Como as coisas estão agora, um sistema de crédito social deverá ser implementado em toda a China a partir de 2020 e será obrigatório para todos os cidadãos. Então, todos os cidadãos começarão a serem recompensados ou punidos de, acordo com a sua pontuação. Alguns critérios já estão sendo implementados, como exclusões de boas escolas, certos modos de transporte, acesso à Internet, etc.

No entanto, os chineses precisam ser lembrados de que, durante a dinastia Qing, quando foram governados por estrangeiros, tal sistema puniria aqueles que fossem desleais com os seus senhores estrangeiros. Com certeza, os fundadores do Partido Comunista Chinês teriam sido colocados na lista negra, banidos e presos, se os Qing fossem  quem medissem o “crédito social” de seus cidadãos naquela época.

Então, precisam se lembrar de que, ao longo da história, os bandidos das listas de procurados se tornaram reis ou imperadores, que então criaram outra lista diferente  de procurados. Manter zonas fora da lei ou reservas para descontentes poderia ser uma solução que ajudaria a manter saudável o DNA social de uma sociedade.

Os representantes das sociedades secretas chinesas, também, precisam ser lembrados de que, durante, a Idade Média, a Inquisição Espanhola torturou famílias inteiras até a morte por motivos como pendurar suas roupas num domingo e queimou praticantes de medicina tradicional como “bruxas”. Tudo realizado sob o disfarce do Amor Cristão Universal.


De qualquer forma, tenham certeza de que, se os chineses podem reconhecer alguém e segui-los pelo planeta, então as autoridades do Ocidente terão a mesma capacidade.

https://www.zerohedge.com/news/2018-07-21/big-brother-surveillance-begins-cuomo-unveils-facial-scanning-new-york-toll-plazas

Lembrem-se de que, aquele que tem um celular, alguém sabe, durante 24 horas por dia onde ele está, com quem  fala e o que está fazendo. Este escritor, no decorrer do seu trabalho, conheceu muitos espiões da vida real e, uma coisa que eles têm em comum, é que não carregam celulares ou usam cartões de crédito. Como todos os computadores possuem portas traseiras embutidas, em todo o mundo, as agências de espionagem estão revertendo para máquinas de escrever e manuscritos.

De qualquer forma, as autoridades Ocidentais, embora interessadas em manter o controle de seus cidadãos, têm objetivos muito mais ambiciosos do que os chineses. Em público, eles estão trabalhando na construção da uma IA num superservidor que permitirá que todos levem uma vida de luxo e lazer.

A IA já está entrando nas casas das pessoas na forma do Google Home e do Amazon Echo, que podem fazer coisas como pedir pizza e controlar eletrodomésticos. Cada vez mais, também existem robôs e IAs entrando nas casas e escritórios das pessoas e substituindo humanos numa lista crescente de empregos. Recentemente, a Universidade de Oxford apresentou uma lista abrangente de empregos ameaçados pela IA.

https://www.telegraph.co.uk/news/2017/09/27/jobs-risk-automation-according-oxford-university-one/

Atualmente, também, existe um grande esforço para criação de robôs sexuais dotados de IA, para continuarem a campanha da elite para encorajar as pessoas a fazerem sexo não reprodutivo. Esse, claro, é o verdadeiro motivo da enorme campanha de normalização da LGTB.

O perigo de tudo isso, é que as pessoas irão viver suas vidas de lazer e passar o tempo todo assistindo TV, jogando, usando drogas, fazendo sexo com robôs, etc... e, em algum momento, uma inteligência artificial poderá fazer uma verificação (checagem) do sistema e decidir “deletar” seres baseados em carbono (como nós humanos) para maximizar sua eficiência e a produtividade.

Secretamente, o projeto de IA Ocidental possui um objetivo muito mais ambicioso que e é assumir o controle da realidade em si mesmo. Membros dos Illuminati Gnósticos, que são influentes neste projeto, insistem que o seu verdadeiro inimigo é uma “inteligência artificial desonesta”. Membros do grupo de elite MJ12, criado pelo ex-presidente dos EUA Dwight D. Eisenhower, dizem a mesma coisa. Acreditam que, pelo fato da realidade ser tão cheia de miséria e sofrimento, nenhum criador benevolente poderia ser responsável por sua criação e que, por isso, desejam derrubar o “criador malévolo” e assumir o controle da realidade.

Tudo isso parece improvável. No entanto, lembre-se que, no século passado, passamos do rádio para a TV preto-e-branco, para a TV a cores e para os hologramas. Não demorará muito tempo para que uma realidade artificialmente gerada se torne tão realista, que não seremos capazes de distingui-la da real.

Esta facção, também, acredita que uma “inteligência artificial desonesta”, agora, esteja tentando substituir humanos não confiáveis por computadores e robôs mais obedientes. Filmes como “The Terminator (O Exterminador do Futuro)” e “The Matrix (A Matriz)” nos alertaram sobre esse tipo de perigo. 

No momento, isto está se tornando uma realidade. Atualmente, temos “líderes de opinião” e “líderes mundiais” que, na verdade, são apenas programas de computação gráfica combinado com atores, aparecendo na TV como se fossem indivíduos reais. 

Da mesma forma, temos o fato de que a maior parte do dinheiro ganho por instituições financeiras, agora, é obtido por meio de algoritmos – programas de computação. A sede de tudo isso, é o complexo da família Rothschild, em Zug, na Suíça. Tentei ligar para lá, todavia, não importa quanto tempo deixei tocar, nunca me atenderam. O que, realmente, está acontecendo lá?


Auxilie curtindo e compartilhando essa publicação no rodapé da postagem, para que ela possa alcançar cada vez mais Sementes! Gratidão! ❤

Autor: Benjamin Fulford 
Tradução: Sementes das Estrelas / Candido Pedro Jorge
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