Ann Albers – “Quando não puder corrigi-los…ame-os!”

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QUANDO NÃO PUDER CORRIGI-LOS…AME-OS!

Quando outros não puderem receber …Ame!

Cada um de vocês nesta lista possui um coração que se importa, uma mente que busca soluções e um espírito que ama servir ao próximo. Não estamos falando de martírio, nem do tipo de serviço que exige deixar de lado o próprio coração, mas sim daquele em que sua luz radiante, alegre e amorosa se torna inspiração e guia para os outros.

Com sua crença firme no outro, você pode ajudar a despertar a autoconfiança dele.

Com seu amor incondicional, você pode inspirá-lo a encontrar maneiras de amar mais a si mesmo.

Com sua disposição para vivenciar e explorar o que lhe traz alegria, você implicitamente lhe dá permissão para fazer o mesmo.

Ao compartilhar o que funciona em sua própria vida, você demonstra opções que podem funcionar na vida dele.

Cada vez que você se permite ser feliz, saudável, conectado ou abundante, você serve de exemplo do que é possível. Você se torna uma inspiração. Ao compartilhar o que funciona para você, você convida os outros a experimentarem seus métodos ou sua mentalidade, para verem o que funciona na vida deles. Quando você pede ajuda aos seus anjos e ela chega, você demonstra que existimos e que nos importamos.

A coisa mais difícil para todos vocês — queridas almas sensíveis — é querer ajudar alguém que não deseja sua ajuda, ou que não a quer da maneira como você pode oferecê-la autenticamente.

Você vê uma pessoa sofrendo com desafios físicos e conhece uma dieta, um exercício ou um profissional de cura que quase certamente poderia ajudá-la, mas ela não quer saber dessas coisas.

Você observa alguém enfrentando dificuldades na vida e sabe o quanto a sua própria vida se tornou mais leve por meio da manifestação, da oração ou de invocar seus anjos, mas essa pessoa não tem interesse algum nisso.

Você vê alguém como capaz, forte ou inteligente o suficiente para realizar o que deseja, mas nada do que você diz consegue convencê-la de suas próprias habilidades.

Você vê alguém lutando contra processos negativos que se autorrealizam. Você tenta oferecer palavras de incentivo, exemplos, métodos, livros, terapeutas, mas a pessoa insiste que o problema é a vida ou os outros.

Muitos de vocês já se depararam com essas situações em que, apesar de suas melhores intenções de ajudar — e de toda a sua sabedoria, experiência ou compreensão —, a outra pessoa não quer nada do que você tem a oferecer. Você talvez já tenha enfrentado rejeição, zombaria ou até mesmo raiva quando, com as melhores intenções, insistiu que tinha as respostas para os desafios de alguém.

Talvez você realmente as tivesse.

Mas, se alguém não quer o que você tem a oferecer, queridos, é preciso aceitar que essa pessoa tem seu próprio caminho, suas próprias lições, suas próprias escolhas e suas próprias criações. Elas aprenderão da maneira que desejarem. Você pode gentilmente convidá-las a experimentar sua mentalidade, seus métodos, profissionais, livros, etc., mas encare isso apenas como um convite. Fale com amor. Fale com respeito pela jornada delas. “Não sei se isso ressoa com você, mas, quando enfrento esse desafio, isso me ajuda. Se quiser mais informações, terei prazer em ajudar.” Fale a partir do seu coração, mas apresente a oferta como um convite — e não como uma imposição sobre o que elas devem fazer.

Não há uma única pessoa na Terra que goste de ouvir o que deve fazer sem ter pedido por isso. Mas a maioria de vocês está disposta a ouvir sugestões se elas forem oferecidas com amor. Vocês estão dispostos a ponderá-las à luz de seus próprios sentimentos para ver se elas ressoam com vocês.

O mesmo vale para os outros. Se o que você oferece não ressoa com as crenças, a disposição ou a sensação de merecimento de uma pessoa, não funcionará para ela, por mais persuasivo que você tente ser. Ela precisa acreditar que uma prática pode funcionar. Precisa acreditar que tem anjos que a amam — ou, pelo menos, estar disposta a nos colocar à prova — para aceitar nossos presentes. Precisa acreditar que tem algum controle sobre sua vida, ou até mesmo querer acreditar nisso, antes de abandonar a mentalidade de vítima. E, se você tentar fazer com que adotem métodos, mentalidades ou práticas antes de estarem prontas para abraçá-los, nem mesmo as melhores dessas ideias funcionarão.

AME-OS COMO ELES SÃO E ONDE ESTÃO

Se você quer ajudar aqueles que rejeitam suas sugestões, simplesmente ame-os. Ame-os como eles são.

Talvez você não goste do fato de alguém reclamar e não fazer nada a respeito. Tudo bem. Você não precisa ouvir. Ame-os como amaria uma criança que se sente impotente. Não leve as reclamações deles tão a sério. Ofereça-lhes uma xícara de sopa e ofereça conforto quando sentir vontade de verdade; quando não sentir, desligue-se ou diga que não sabe o que dizer. Você pode se sentir frustrado com alguém que tem problemas físicos e não faz nada para mudar. Ame essa pessoa mesmo assim. Ela pode estar com medo. Talvez ninguém a tenha ajudado a se sentir confiante para mudar. Você pode tratá-la com gentileza. Talvez possa preparar algo gostoso que respeite as restrições alimentares dela. Se ela precisar de exercícios, você pode caminhar com ela, caso ela queira; se não, deixe-a ficar sentada.

Quanto a nós mesmos, queridos: muitos que já se decepcionaram com outras pessoas esperam que nós ajamos da mesma maneira. Como resultado, temos uma influência limitada na vida delas. Algumas não acreditam no nosso amor. Outras querem provar a si mesmas que conseguem alcançar seus próprios resultados. Alguns jamais admitiriam, mas não se sentem dignos de ajuda. Alguns são o que se chama de “obcecados por controle”, e tudo bem. Alguns vivem uma realidade que começou na infância — “ninguém os ajudou naquela época e ninguém ajudará agora”. Eles se identificaram tão fortemente com a ideia de não serem amados que é difícil acreditar que alguém queira ou possa amá-los como nós amamos.

Em todos esses casos, pressionar essas pessoas a trabalharem conosco não é um ato de amor. Amá-las de uma forma que elas consigam receber esse amor, isso sim é. E, se você não puder compartilhar autenticamente aquilo que elas pedem, seja honesto.

Se uma pessoa se sente amada quando você ouve suas queixas, mas você está cansado de ouvi-las, então permita que ela faça seus julgamentos sobre o seu amor. Você sabe que as ama. Deus sabe que você as ama, e isso basta.

Se uma pessoa se sente amada quando você concorda que ela é uma vítima, mas você não consegue concordar honestamente com isso, então ouça, permaneça em silêncio, diga algo gentil, honesto e neutro, ou afaste-se. Você sabe que ama. Deus sabe que você ama. Isso basta.

Em todos os casos, faça o possível para evitar julgamentos, pois todos estão se esforçando ao máximo para crescer, dadas as suas mentalidades, crenças, condicionamentos e circunstâncias atuais. Você não precisa arcar com as consequências das escolhas dos outros. Você ainda pode fazer as suas próprias escolhas. Você ainda pode ter uma vida feliz e alegria no coração, mesmo que outros escolham caminhos diferentes. Você ainda pode ser saudável, mesmo que as pessoas com quem convive não o sejam. Você ainda pode viver na abundância sem ter de dividir cada centavo com aqueles que abraçam a escassez.

Doe a partir de um coração pleno. Compartilhe aquilo que lhe traz alegria genuína ao compartilhar. E então, queridos, vocês doarão conforme a orientação recebida e permitirão que as pessoas também vivenciem os resultados de suas escolhas. Não é preciso sofrer por aqueles que não realizam o trabalho que você realizou. A partir do seu espaço de maior felicidade, você pode elevá-los. Como costumamos dizer: preferimos ter um na luz a dois na escuridão.

Permita que as pessoas sejam quem precisam ser. Convide-as a experimentar o que funciona para você. Demonstre, com gentileza, uma vida feliz, saudável e elevada que inspire os outros, sem exercer pressão. Mas, em todos os casos, ame-as como elas são e onde quer que estejam em sua jornada. E amem a si mesmos o suficiente para serem vocês mesmos também.

Que Deus os abençoe! Nós os amamos muito.

Os Anjos

Canal: Ann Albers
Fonte: https://www.visionsofheaven.com/
Formatação e tradução – DE CORAÇÃO A CORAÇÃO

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Sobre o autor (a)

Neva (Gabriel RL) é uma consciência estelar de Alfa Centauri e walk-in atuante como embaixadora do Comando Ashtar na Terra. Herdeira de uma linhagem milenar de videntes xamãs, sua missão é a integração corpo-alma-espírito através da cura e elevação das Sementes das Estrelas na entrega das suas origens estelares. Especialista em Registros Akáshicos, Projeto Terra, Geometria Sagrada, Magia, Prosperidade e Alquimia, funde mediunidade com terapias integrativas como Constelação Sistêmica, Cristaloterapia, Aromaterapia e outras terapias profundas. Escritora e mentora, Neva dedica-se à expansão da consciência e prosperidade cósmica, unindo forças estelares e terranas para orientar a humanidade em momentos cruciais de transição planetária através do autoconhecimento e da ética galáctica. Veja a biografia completa de Neva

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