
Água, ar, fogo e também partículas de minerais nos permitem formar imagens fantásticas contando toda a história da Terra. Passado, presente e futuro. Versões de vossas eras e almas nas mais distintas formas de sua polaridade e dualidade.
Venho trazendo agora essa informação pra confirmar uma suspeita sua: uma vez ancorada na Terra, a energia nunca mais partirá, por isso o céu recria o que se vive na terra e a terra recria o que se projeta no céu. Sempre foi assim. Por isso sua bíblia diz: assim na Terra como no céu.
Essa é uma informação importante, porque os céus são a maior biblioteca viva. Em torno de todo o globo terrestre, a todo instante, uma nova imagem é formada. Basta um olhar atento, uma intuição e uma dose e paciência para retratar o momento perfeito, quando a imagem atinge a perfeição do que os celestes e Gaia querem mostrar.
E há muito mais para ser visto, mas infelizmente está oculto pela rede magnética criada para manter no céu uma identidade plasmática chamada polvo magnético. Essa forma, escura, é feita de plasma de medo, poluição e toda sorte de sentimentos negativos. Ela é alimentada pelas emoções de baixa vibração da humanidade, corroendo e corrompendo o trabalho dos elementais que formam as nuvens, da mesma maneira que corrói e corrompe os corações e olhos humanos.
É preciso vibrar muita energia de amor para romper a realidade criada a partir do medo, da escravidão e do plasma negativo para que vocês possam começar a enxergar o céu da quinta dimensão. Essa rede magnética precisa ser desfeita e é necessário todo um esforço coletivo nesse sentindo.
A humanidade precisa desfazer o que ela própria construiu com suas criações de medo, de uso e abuso do poder de magias negativas e por se alimentar emocionalmente e de se nutrir de energia vital e vibral de outros seres humanos. Essa é a verdadeira abdução a que todos seres encarnados ou não neste planeta estão sujeitos, porque uma vez estando dentro dessa rede magnética, todos ficam sujeitos a essa lei imposta à Gaia.
É importante informar que toda energia e toda lei de um planeta ou do próprio universo tem um ser que a representa e que serve de âncora para esta energia. Alguns desses seres são verdadeiros pilares. Um exemplo é Jesus: ele é o pilar do Amor Crístico e mesmo tendo encarnado uma única vez na Terra, ele É a sustentação dessa energia neste Planeta.
Há muito para ser mostrado em seus céus, mas hologramas também foram elaborados pelos humanos para criar ilusões e não permitir que vocês vejam nossas naves e a historia que o céu conta sobre a vida neste planeta desde a sua criação.
Por isso, viemos agora para pedir que vocês meditem e visualizem essa rede magnética negativa sendo toda transmutada em energia dourada. Imaginem uma grade negra sendo transformada em uma bela rede dourada, dissolvendo o plasma negativo e a identidade que o alimenta.
Estamos usando a palavra “identidade” para que tomem consciência de que não existem “entidades”, como se costuma usar em termos mediúnicos. Tudo é identidade, encarnada ou não. Tudo e todos são seres, energias que assumem uma identidade, quer seja uma simples ameba, um tijolo, ou um ser humano. Tudo e todos são o Tudo Que Há e o Tudo Que é, portando, tudo e todos possuem uma identidade.
Pode ser uma identidade individual, grupal ou coletiva. E todos os seres humanos são espirituais. Alguns encarnados, outros não e outros ainda ascencionados, pois já conquistaram sua auto mestria e seu corpo de luz. Mas todos, sem exceção, são identidades, porque independente de um nome, possuem uma assinatura energética e é essa assinatura que atesta qualquer contato mediúnico e também sua obra no céu ou na terra.
Estamos trazendo esse assunto agora porque há meses temos trabalhado com essa irmã, mostrando a ela centenas de imagens que criamos para que ela aprendesse a enxergar as imagens que desenhamos junto com os elementais e com o auxílio do mestre Hilarion, que é seu orientador espiritual, para que as imagens pudessem ser divulgadas.
Hoje vamos mostrar algumas, mas assim como ela fez, é preciso treinar os olhos, girar as imagens até perceberem que numa mesma cena temos pelo menos quatro versões dos seres: o humano, o elemental, o celeste e o reptiliano ou draconiano.
Sim, meus queridos, muitos tem pavor desses dois últimos grupos, mas a verdade é que todos presentes na terra trazem em seu DNA traços de todas as experiências e cruzamentos genéticos. Por isso é tão importante amar a si mesmo, aceitando sua essência e a todos os outros, porque isso é a Fonte: Tudo o Que Há e Tudo o Que É.
Reflitam. Já é hora de romper tabus e ver a nova realidade.
Com gratidão e amor, somos a consciência coletiva dos seus Eus Superiores nos apresentando em meu nome,
Lord Arcturus.