
trânsito, sobre os filhos, sobre nós mesmos, sobre os outros.
Colocamos quase toda a nossa energia no combate ao que discordamos –
aqui somos verdadeiros oradores.
nós formatamos as palavras conforme a nossa verdadeira intenção (que às vezes
nós mesmos desconhecemos). Penso que a vontade fala mais alto que a ação em si.
visível.”
de nós em direção ao outro é energia: palavra, movimento, olhar, toque, pensamento.
movimento – é o chido Tao –, é uma ponte entre a matéria e o
espírito, é o som que faz vibrar todas as células do nosso corpo, que
reprograma o nosso DNA, que transforma as nossas moléculas de água.
comunicação.
Quantidade em vez de qualidade – a ponto de o silêncio ser considerado
agressivo, até mesmo a imposição de uma penalidade.
atenção, somos barulhentos. Calamos o coração, calamos a essência, calamos a
nossa divindade para dar voz à superficialidade.
expressar, tornando a comunicação um exaustivo exercício de interpretação.
Acreditem, o outro é capaz de suportar o peso da nossa verdade e expressá-la é
pressuposto de existência dos relacionamentos – sob pena de transformá-lo em um
teatro e viver em constante atuação.
elogiamos, como se fosse necessário economizar positividade, como se não
soubéssemos que a energia que emitimos determina a energia que
receberemos.
e sofrimento (por vezes mal compreendendo o que está sendo dito). Damos
permissão para que a nossa emoção seja dirigida a partir do exterior.
entra e o que sai do nosso campo de energia.
alguém fosse a última: teríamos expressado o nosso mais verdadeiro sentimento
nesta ocasião? Teríamos agido a partir do coração?
purificação da linguagem, da reverberação das palavras. Não significa dizer
coisas maravilhosas o tempo todo, mas dizer com verdade e compaixão o que quer
que deva ser dito.
intenção, a sua mais profunda sinceridade, a sua mais pura autenticidade e
saiba, caso nunca mais o veja, que entregou a ele o que de mais divino você
tinha: a sua essência.
que até mesmo o corpo sai do controle, a voz embarga, as mãos tremem e os olhos
dão vazão ao amor que as palavras não são totalmente capazes de exprimir.
a morte, o eu que você se tornou encontra o eu que você poderia ter sido (o seu
potencial máximo como ser humano).
pode partir da Terra e, no espelho, enxergar o seu potencial máximo como ser
humano.
outro.
própria cura.
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