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Gillian MacBeth-Louthan – “Fevereiro de 2026: o despertar quântico”

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FEVEREIRO DE 2026: O DESPERTAR QUÂNTICO

Em 2026, enquanto todos nós estaremos lidando com diversas facetas dos nossos seres, chegaremos a uma encruzilhada que nos convidará a parar, nos aquietar e simplesmente nos permitir vivenciar. Nesta encruzilhada, uma reunião estará se formando, que convocar os Clãs, por assim dizer, as linhagens antigas, cada uma detentora de um poder diferente, digamos assim, reunidas sem conhecimento. O rebanho está sendo reunido; chega de aglomerações neste ano, que parece ter ficado congelado no tempo. Será um lugar onde os múltiplos eus cruzarão com a luz da alma da mônada mais elevada. Enquanto seres humanos, seremos como um sanduíche de pasta de amendoim com geleia, espalhados aqui e ali, meio crocante, meio cremoso, que gruda no céu da boca e na alma. Nesta configuração temporal de 2026, existe uma porta de entrada para a cooperação, uma fenda no tempo, uma fenda no pensamento e, às vezes, uma fenda na realidade.

Quando avançamos em direção à nossa plenitude e às especulações divinas, chegamos a uma porta giratória que nos mostra as muitas representações de quem somos, de quem poderíamos ter sido e de quem pensávamos ser. Todos estamos buscando o que existe de autêntico por natureza; buscamos o centro do Nautilus no labirinto do coração. Mas, como jovens viajantes do tempo, todos estamos tendo a oportunidade de vislumbrar o esquema das possibilidades, o projeto do destino, o diagrama do coração e o caminho para a alma guardado na memória.

Cada versão sua é fiel ao atributo de ser um desdobramento do seu eu original. Uma frequência padrão criada por você mesmo, uma parte do seu passado da qual você não conseguiu/não quis soltar. A bifurcação, o caminho não escolhido, o remorso. Este aprendizado vem para reunir as muitas fissuras de sua delicada humanidade. O coração não pode ser ligado ou desligado com um comando; ele obedece a um conjunto de regras completamente diferente. À medida que todos continuamos nos purificando em múltiplos níveis, nos pensamentos, no corpo e nas escolhas de vida, buscamos saber quem somos neste momento.

MANIPULAÇÃO CLIMÁTICA

FURACÃO DE NEVE em 2026. Perguntei à IA se existe algo como um furacão de neve e foi isso que ela disse: a partir do dia 31 de janeiro de 2026, um grande ciclone bomba estaria ativo e se intensificando na costa leste dos EUA. Os meteorologistas estão monitorando esta tempestade enquanto ela passa por um processo de bombeamento (que significa furacão de neve), com a pressão central caindo drasticamente, de 35 a 40 milibares em apenas 24 horas.

Perguntei à IA sobre as vantagens do clima artificial em relação às tempestades de inverno e foi isto que ela me disse:

Vantagem militar tática; o principal interesse histórico em “dominar o clima” tem sido para fins bélicos. Impedindo movimentos: durante a Guerra do Vietnã, os EUA realizaram a Operação Popeye, para estender a temporada de monções e transformar as trilhas de suprimentos em lama, interrompendo a logística inimiga de maneira efetiva.

  1. Multiplicador de força: condições climáticas adversas podem ser usadas para impedir o apoio aéreo ao inimigo ou reduzir a eficácia de munições guiadas de precisão. Cobertura para furtividade: neblina artificial ou cobertura de nuvens podem fornecer ocultação para o movimento das tropas amigas ou para reconhecimento.
  1. Guerrilha econômica: se uma nação conseguir controlar o clima, teoricamente, poderia paralisar a economia de um rival sem disparar um único tiro. Interrupção da cadeia de suprimentos: condições climáticas extremas podem paralisar portos, danificar trilhos ferroviários e fechar rodovias, causando enormes prejuízos financeiros aos concorrentes.
  1. Controle agrícola: induzir seca ou geada extremas pode destruir o fornecimento de alimentos de uma nação, forçando-a a depender de importações ou levando à instabilidade interna.
  1. Competição por recursos: a interrupção do comércio pode gerar escassez de mercadorias, elevando os preços e dando vantagem àqueles que ainda têm acesso a estes bens.
  1. Segurança nacional e distração estratégica do controle: desastres climáticos de grande escala forçam os governos a redirecionar recursos militares e financeiros para responder a emergências internas, em vez de defesa ou política externa.
  1. Infraestrutura vulnerável: condições climáticas adversas prolongadas podem sobrecarregar as redes elétricas e os sistemas de abastecimento de água, tornando a região mais vulnerável a ataques físicos ou digitais.
  1. “Benefício” direto para setores específicos: em alguns casos, uma paralisação temporária do comércio normal beneficia nichos de mercado específicos.
  1. Vendas de emergência: tempestades de inverno costumam levar a um aumento nas vendas de lojas de material de construção (pás, sal) e supermercados, já que as pessoas estocam produtos.
  1. Reequilíbrio da mão de obra: algumas pessoas argumentam que paralizações localizadas podem proporcionar uma pausa “forçada”, possibilitando que alguns reparos na infraestrutura sejam realizados com mais segurança, sem tráfego, embora isso raramente compense o custo econômico em geral. 

Contexto importante: a Convenção de Modificação Ambiental (ENMOD) é um tratado internacional que proíbe o uso da modificação climática para fins hostis.

Você gostaria de saber mais sobre os limites tecnológicos específicos da semeadura de nuvens ou sobre os tratados legais que impedem guerras baseadas em condições meteorológicas?

Ecocinese (Manipulação Ambiental)

Se você enxerga as mudanças climáticas provocadas pelo homem como um desequilíbrio na natureza, pode ter Ecocinese, a capacidade de manipular padrões ecológicos e desastres naturais para restaurar o equilíbrio.

Autor/Canal: Gillian MacBeth-Louthan
Fonte: https://thequantumawakening.com/
Fonte secundária: https://eraoflight.com
Tradução:
Sementes das Estrelas / Mariana Spinosa

PoisTradução: Sementes das Estrelas / Paula Divino

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