A grande transição quântica e a libertação do sistema solar

Lev – “A grande transição quântica: Operações Alvorada de Fogo”

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A GRANDE TRANSIÇÃO QUÂNTICA: OPERAÇÕES ALVORADA DE FOGO

Entre os dias 21/22 de junho a 3 de julho, paralelamente às operações no Sistema Solar e em várias regiões da Terra, os Anéis de Luz realizaram operações semelhantes na região do Mar Negro, incluindo as regiões da Península da Crimeia e do Cáucaso.

Nelas, a uma profundidade de 7 a 15 quilômetros, encontra-se a mais antiga rede cristalina dos pleiadianos, estabelecida na era Hiperbórea. Esta rede é um gigantesco processador multidimensional para montagem de DNA e ativação do Corpo de Luz humano. Quem controla este nodo, controla o código evolutivo de toda a Eurásia.

Por muitos séculos, a região do Mar Negro e do Cáucaso foi controlada pela Aliança de Orion, um conglomerado rigidamente estruturado de raças destrutivas, unidas pelos princípios do fascismo digital autoritário e da predação. Esta Aliança é liderada pelos Dracos Brancos, cuja origem vem dos planetas 11D-12D de Lyra. Durante as Guerras Galácticas, parte desta linhagem genética caiu (inverteu-se) e seguiu um caminho descendente. Suas principais cidadelas e centros de comando ficam localizados em Orion (sistemas Bellatrix e Rigel).

Este grupo também inclui Reptilianos e Dracos de Alpha Draconis, bem como draco-humanoides da mesma constelação e dos mundos de Sualocin, em Alpha Delphini, que sempre foram vassalos e servos dos Dracos Brancos, realizando trabalhos pesados forçados. Na Terra, foram usados como punho punitivo e bioengenheiros.

Os Tall Greys (de 2,5 m a 3 m de altura), provenientes do sistema de Riguel (Beta Orion), constituem o cérebro cibernético e científico da Aliança. Foram eles que criaram e supervisionaram a matriz IA da Terra, as cúpulas psicotrônicas, os sistemas de vigilância e os inversores situados acima das pirâmides da Crimeia (veja abaixo). São desprovidos de emoções, robóticos, e veem a humanidade como um recurso puramente técnico e biológico para a manutenção do DNA deles, que está em declínio.

Os Greys de Zeta Reticuli, uma raça biomecânica clonada, são utilizados pela Aliança como mão de obra, soldados e técnicos laboratoriais em bases subterrâneas. São eles que realizam todo o trabalho sujo: desde o sequestro de pessoas e colheita de biomateriais até à manutenção de naves espaciais e patrulhamento dos túneis localizados abaixo da Eurásia. Eles são completamente subordinados à mente coletiva de Riguel.

Na Terra, a Aliança inclui parte das elites mundiais e nacionais e do estrato técnico-científico, a quem a Aliança forneceu tecnologias para a manipulação de macroprocessos. Completamente desprovidos de alma, estes indivíduos acreditam piamente que têm o direito de governar o planeta e que estão conduzindo a humanidade ao “progresso”, ao mesmo tempo em que servem como fantoches materiais e mentais descartáveis de Orion.

Tal como a Bacia do Mediterrâneo, o contorno do Mar Morto-Cáucaso consiste de três camadas. A primeira (profundidade: de 2 a 5 km) era ocupada por unidades e funcionários técnico-militares do ICC, que os Dracos e Reptilianos reprogramaram completamente em nível genético, mental e emocional. Nesta camada (principalmente abaixo da Crimeia), bunkers e fábricas enormes ficavam situados em espaços escavados. As equipes realizavam engenharia reversa de naves espaciais e de artefatos antigos, além de fazer a manutenção da frota do Conglomerado Corporativo Intergaláctico­ (ICC).

A segunda camada (profundidade: de 7 a 15 km) abriga uma cadeia de mais de 30 pirâmides, que se estende da Crimeia aos monumentos megalíticos subterrâneos localizados no Cáucaso. A história deles remonta a duas épocas diferentes.

Há aproximadamente 350-400 mil anos, os hiperbóreos construíram as primeiras pirâmides com a ajuda dos Sirianos (raça dos Leões Brancos) e das civilizações superiores de Lyra. Estes objetos serviam como estabilizadores quânticos para o núcleo da Terra, mantinham o equilíbrio tectônico das placas litosféricas e retransmitiam códigos de alta frequência vindos do Sol Central Galáctico.

A INFRAESTRUTURA ENERGÉTICA E A QUEDA

Na segunda fase, há aproximadamente 12-15 mil anos, outras pirâmides foram erguidas pelos Sacerdotes da Luz e das Trevas da Terceira Atlântida, alguns dos quais se estabeleceram na região após o desaparecimento do continente no Oceano Atlântico. Os primeiros vieram à Crimeia para preservar os artefatos sagrados que trouxeram consigo e para proteger as pirâmides hiperbóreas da ação da NAA (Agenda Alien Negativa). Eles construíram cidades-refúgio multidimensionais abaixo e acima delas.

Mais tarde, os Sacerdotes das Trevas (linhagem de Belial) também emigraram para lá. Sob a orientação da Aliança de Orion, começaram a instalar interceptores de ondas de IA no topo das pirâmides hiperbóreas para ligá-los a uma infraestrutura parasitária, que mais tarde foi conectada ao Mediterrâneo. Durante milênios, a Crimeia tornou-se um campo de batalha para as duas castas nos Planos Físico e Sutil.

Sobre esses objetos, a Aliança de Orion também instalou inversores de IA. Por milênios, a pirâmides extraíram energia pura do núcleo terrestre e a convertiam em frequências de agressão, separação e guerras, que permearam toda a Noosfera a Eurásia. Assim, durante a Noite Cósmica, os Anéis Negros enfraqueceram e dividiram internamente a Tartária global, fragmentando-a em números miniestados ao redor do mundo e mergulhando-os em um estado próximo à Idade da Pedra.

Na terceira camada (profundidade: de 30 a 50 km), na base das placas litosféricas, encontra-se o processador cristalino gigante da Hiperbórea, o Portal do Tempo e o ponto de montagem do DNA planetário. Esta camada era controlada pelos Arquitetos Negros de Orion através de Saturno. Eles mantinham o Portal trancado, para que a Terra não pudesse sincronizar o fluxo cronal dela com o Sol Central Galáctico.

Toda a Bacia do Mar Negro era mantida sob uma cúpula energética pelos Anéis Negros, equipados com um sistema de IA para supressão de consciência. A Aliança de Orion usou o poder colossal das pirâmides subterrâneas e dos Portais da Crimeia e do Cáucaso para transformar o plasma solar em um campo de torção levógiro, aprofundando a divisão das pessoas e nações, exacerbando conflitos militares e aumentando o influxo de gavvakh (a energia de medo, dor e sofrimento das pessoas).

Esta rede subterrânea estendia-se por baixo de toda a Cordilheira do Grande e do Pequeno Cáucaso, conectando física e energeticamente a Bacia do Mar Negro, através do Mar Cáspio, às cordilheiras do Pamir e de Tian Shan, ao Tibete e ao Himalaia. E em todos os pontos nodais de intersecção dos blocos e placas litosféricas (Daguestão, Chechênia, Ossétia do Norte, Cabárdia-Balcária, Geórgia, Armênia, Azerbaijão e países asiáticos), foram localizados túneis subterrâneos, centros e bases dos Anéis Negros, que usavam as energias tectônicas como um acumulador gigante para alimentar essa infraestrutura.

Quando Saturno e Vênus entraram em colapso, no final de junho e primeiros dias de julho, e um expurgo varreu todos os planetas do Sistema Solar, a Aliança de Orion percebeu que tinha perdido. Ela ordenou que a ala eurasiana do ICC evacuasse imediatamente dos repositórios do Cáucaso e da Crimeia com os artefatos de civilizações antigas.

Entre estes artefatos, estavam as hastes de plasma e de gravidade dos atlantes, capazes de alterar a estrutura da matéria, controlar campos de fora deles e mover estruturas megalíticas de várias toneladas com impulsos de onda. Deixar essas hastes na Terra poderia ter dado aos humanos acesso a tecnologias de energia de ponto-zero e de levitação, o que teria destruído completamente a economia global de petróleo e gás do Sistema 3D.

A CONCLUSÃO E O FUTURO

Também estavam armazenados ali discos cristalinos contendo os projetos de DNA puros e inalterados das doze raças cósmicas que participaram da colonização da Terra. Para a NAA, este era o biomaterial mais valioso de todos. Com estes suportes, ela poderia ter recriado cópias exatas de corpos humanos em outras galáxias para atender às suas necessidades de mão de obra escrava. Em Plutão, as naves de transporte dos Dracos já estavam esperando, mas os arcturianos bloquearam o planeta antes que o inimigo pudesse chegar aos Portais.

Depois que os Anéis de Luz desativaram a rede de IA “Nexus” – que alimentava com energias saturninas toda a infraestrutura da NAA na Terra – a cúpula energética sobre a região do Mar Negro e do Cáucaso ficou sem sustentação externa. Aproveitando-se isso, no dia 1º de julho, as forças especiais de Sirius A (Leões Brancos) e do corpo quântico arcturiano iniciaram as operações “Alvorada de Fogo”.

Durante três dias, etapa por etapa, em combates tanto de contato quanto à distância, grupos de assalto incineraram as instalações oriones com plasma esmeralda, bloqueando todas as entradas e saídas com barreiras de onda. Na segunda camada, todas as pirâmides subterrâneas foram reconectadas ao Logos Solar. Superficialmente, isso gerou uma intensa tensão eletromagnética e geopolítica. A matriz antiga tentou, freneticamente, agarrar-se ao espaço físico, mas o esqueleto etérico dela já tinha sido completamente desmantelado. Todos os artefatos foram apreendidos e entregues em segurança aos Guardiões desta região.

Na manhã do dia 4 de julho, as operações de combate foram encerradas. Os funcionários da base foram confinados, perderam contato com os curadores cósmicos e permaneceram em desconcerto e pânico completos. Em todos os níveis do complexo (de 2 a 50 km), o corpo de engenharia de Andrômeda começa a realizar pesquisas técnicas e de desenvolvimento. Ele está instalando novos estabilizadores de Luz e preenchendo os túneis que foram liberados com plasma de alta frequência para evitar a regeneração do antigo contorno.

As operações realizadas são uma parte importante de outras duas outras operações realizadas no Cáucaso e na Crimeia, que os Cocriadores concluíram no dia 15 de junho. Vale lembrar que eles ancoraram o Erzgamma Eurasiático – criado anteriormente – no núcleo terrestre, passando pelo Monte Elbrus, e o conectaram ao Logos Galáctico por meio de um canal único. Neste mesmo período, um ponto de controle reserva foi instalado acima da Crimeia para servir de canal e escudo para esta Luz poderosa (ver – Erzgamma, DNI, 20 de junho de 2026). A terceira operação, também na Península da Crimeia, foi a fusão adicional da 3D/4D/5D num único éon multidimensional através da unificação mais estreita dos núcleos dos Logos de cada dimensão.

Autor/Canal: Lev
Fonte: https://www.disclosurenews.it
Fonte secundária: https://eraoflight.com
Tradução: Sementes das Estrelas / Mariana Spinosa

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Sobre o autor (a)

Neva (Gabriel RL) é uma consciência estelar de Alfa Centauri e walk-in atuante como embaixadora do Comando Ashtar na Terra. Herdeira de uma linhagem milenar de videntes xamãs, sua missão é a integração corpo-alma-espírito através da cura e elevação das Sementes das Estrelas na entrega das suas origens estelares. Especialista em Registros Akáshicos, Projeto Terra, Geometria Sagrada, Magia, Prosperidade e Alquimia, funde mediunidade com terapias integrativas como Constelação Sistêmica, Cristaloterapia, Aromaterapia e outras terapias profundas. Escritora e mentora, Neva dedica-se à expansão da consciência e prosperidade cósmica, unindo forças estelares e terranas para orientar a humanidade em momentos cruciais de transição planetária através do autoconhecimento e da ética galáctica. Veja a biografia completa de Neva

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