
costumam também se eximir da responsabilidade pelos seus problemas, culpam os
outros, são hostis e defensivas, não se dando conta de que elas próprias
criaram os problemas.
de controle, elas conseguem experienciar certos benefícios, o que as faz
acreditar que tudo pode continuar seguindo assim. Isso reforça as atitudes
manipulativas e um círculo vicioso difícil de ser quebrado se estabelece.
padrão desenvolvido pelo indivíduo para sobreviver na realidade de seu mundo.
demais, em função de algum medo, influencia negativamente o ambiente e os
outros. Essa negatividade se traduz , muitas vezes, numa comunicação
deficiente, em que a troca não é clara e as relações ficam, consequentemente,
fora do equilíbrio.
relacionamentos, fazem-no com o intuito de controlar e não estão abertos a
reconciliação; pelo contrário, atuam de forma a deixar os outros sem defesas.
Não se dão conta de que, ao atuar dessa maneira, estão ao mesmo tempo se
isolando do prazer de trabalhar em proximidade com os outros e se privando de
relações de confiança e harmonia.
relações de intimidade e amor. Quanto maior o medo, mais o individuo sente a
necessidade de controlar os outros e mais ainda se separa de relacionamentos
calorosos e de amizade.
perceberem o quanto afastam as pessoas. A maioria dos que controlam faz isso
por autoproteção, por medo de ficar vulnerável e ser machucada pelos outros,
caso se abra.
controle e todos precisamos aprender que não é necessário controlar nenhuma
área da vida.
tornar-se livre, pois nos libertamos, simultaneamente, da pesada
responsabilidade de controlar a vida dos outros.
harmonia é o que se segue; a comunicação e o compartilhar mútuos tornam-se,
então, possíveis.
SP